Gelados de Banana e Framboesa

Não sou pessoa de comer gelados todo o ano… Sou friorenta e no Inverno sabem-me bem coisas quentes. Mas o sol e o bom tempo fazem-me voltar a ter vontade de comer um gelado fresquinho.

Considero que os gelados comprados, sobretudo os industriais, são uma opção apenas para muito de vez em quando. Para além do seu elevado teor de açúcar têm, na sua maioria, aditivos artificiais pouco benéficos à saúde, como corantes e espessantes (alguns deles cancerígenos).

Os gelados saudáveis são muito fáceis de fazer. Uma das opções é esta que já aqui deixei, mas os miúdos também gostam muito de gelados de “pauzinho” pelo que, quando vi estas formas super práticas, não pude deixar de as comprar. Estes gelados de banana e framboesa foram a estreia destas formas e correram bastante bem. Ficaram saborosos e muito agradáveis. Aprovados pelos filhotes e pela mãe!  🙂

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“Cheesecake” de Manga

É uma das minhas frutas preferidas, a manga. Quando era pequena não gostava, dizia que sabia a sabonete. 🙂 Só mais tarde percebi que isso acontecia porque provavelmente comia sempre mangas que ainda não estavam maduras. E uma manga bem madurinha, é aquela maravilha… Como os meus filhotes também adoram, decidi inventar uma sobremesa crua que usasse manga e eis o resultado. Um fantástico “cheesecake” de manga, sem açúcar e rico em proteína, devido ao uso do tofu. Confesso-vos que não estava esperançada com o resultado, porque não sei bem escolher mangas e a que comprei ainda não estava no ponto, mas posso dizer-vos que os miúdos ADORARAM! Ou seja, é decididamente uma sobremesa a repetir, para a próxima com uma manga um pouco mais docinha. Nestes dias mais quentes, sabe mesmo bem uma sobremesa assim, crua, fresquinha, cheia de sabor…

E já agora deixo-vos, como curiosidade, alguns dos benefícios da manga para a nossa saúde:

– Fonte de antioxidantes
– Alcalina
– Rica em fibra
– Rica em vitaminas (A, C, E e B6)
– Rica em ferro e potássio

Por tudo isto a manga é anticancerígena, melhora a digestão, impulsiona o sistema imunológico, promove a diminuição do colesterol mau, melhora a saúde da pele, melhora o humor e ajuda a controlar o stress. Muito bom, certo?

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Indian Potato Dish

Tinha prometido uma receita da minha viagem à India e já estava em falta… Ora foi desta! Consegui finalmente experimentar a receita que mais gostei enquanto lá estive. Chamam-lhe “Indian Potato Dish” e, apesar de eu não ser muito fã de batata, adorei a conjugação de sabores e a textura diferente que a batata tem neste prato, nem inteira nem em puré. Muito bom mesmo! Claro está que eu tinha de fazer alterações e usei uma mistura de batata com batata doce para uma refeição nutricionalmente mais rica. E ficou ainda melhor! Ou não fosse eu a maior viciada em batata doce do planeta… 🙂

A comida indiana é mesmo maravilhosa, quente, aromática, cheia de sabor… Confesso que quando regressei precisei de variar um pouco e estar algum tempo a pratos mais simples (apesar de tudo, não estamos habituados a tantos condimentos). Mas passou-me rápido e já tive de regressar aos pratos indianos para matar saudades.

Este prato é muito simples de fazer e torna-se num acompanhamento bem agradável e diferente. Os meus miúdos, que sempre torcem o nariz à batata cozida, comeram de bom grado.
Tanto pode ser servido morno como fica muito bom em versão salada fria de verão. Experimentem!

Em modo saudosista, deixo mais algumas fotos da minha maravilhosa viagem…

                                                                                                                                                                Desenho de rua

Esculturas Indianas

Auroville, cidade do Amanhecer. Ideia perfeita…

Miss you girls… 

Casa colorida

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Bolachas de Amêndoa e Coco

Eu era uma espécie de monstrinha das bolachas em criança… Adorava bolachas!!! Lembro-me de ter para aí uns 8 ou 9 anos e ir, em visita de estudo com a escola, à fábrica de bolachas da Nacional.  Vim de lá com um saco cheio de pacotes de bolachas, 1 de cada tipo que eles tinham na altura. E feliz da vida… Tão feliz que nunca mais me esqueci desse dia. 🙂

Ora a realidade mudou um pouco. Continuo a gostar (muito!) de bolachas mas tenho agora consciência dos erros cometidos na alimentação das crianças há uns anos atrás. As bolachas industriais não são de todo um alimento que eu deseje incluir na alimentação dos meus filhos numa base diária, não só pela quantidade de açúcar e aditivos que contêm mas também pela ausência de ingredientes que alimentem de verdade. Assim sendo, e tendo em casa dois pequenos monstros das bolachas (quem sai aos seus…), tenho que me safar de outra forma e fazer regularmente bolachinhas caseiras. Como normalmente o tempo é apertado, costumo inventar receitas rápidas, com poucos ingredientes, em que não precise de esticar com o rolo da massa. Estas bolachinhas foram a minha última invenção e saíram tão boas que foram devoradas num abrir e fechar de olhos. Até o M. que não é o maior apreciador de coco se rendeu ao seu sabor. E são mesmo fáceis de fazer: triturar, mexer, fazer bolinhas, achatar e já está! O forno termina o trabalho enquanto um cheirinho maravilhoso nos enche a casa de conforto.

Eu sei que estamos no verão mas bolachinhas destas são sempre bem-vindas, não é verdade? Experimentem!

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Salada de Couve Kale Massajada

Vou confessar uma coisa, sempre gostei de mexer nos alimentos com as mãos enquanto estou a cozinhar. Sinto que ao tocar diretamente nos alimentos lhes passo a minha energia e os torno, de certa forma, num bocadinho de mim. E acredito que esta energia é sentida por quem depois come o que preparei. Acho que a comida até vai “cair” melhor… 🙂

Ora quando aprendi esta técnica culinária no meu curso não podia ter ficado mais contente. Massajar os alimentos, que vos parece? Passei a aplicá-la muitas vezes com as couves, para fazer saladas como esta que vos trago hoje. Para além do benefício ligeiramente esotérico que referi em cima (que podem acreditar ou não), massajar uma couve tem também a vantagem de torná–la mais macia, menos fibrosa e mais facilmente digerível. E, a meu ver, bem mais saborosa… Sem cozinhar, a couve murcha, fica com uma textura mais suave mas com um sabor mais vivo. As minhas couves preferidas para aplicar esta “massagem” são a kale e a roxa.

Sabiam que a couve kale é um alimento maravilhoso? Rica em ferro (mais do que a carne), em cálcio (mais do que o leite) e em vitaminas A, C e K, a couve kale é um alimento com uma elevada densidade nutricional e que ajuda a fortalecer os ossos, estimular o sistema imunitário e equilibrar o sistema nervoso.Para além disso, tem ação antioxidante, anti-inflamatória e desintoxicante. O seu sabor não é tão acentuado como o da maioria das couves, pelo que é uma boa opção para quem não é muito adepto destes legumes. Pode ser consumida em saladas mas também em sumos, sob a forma de chips (mais uma perdição recente minha que vos tenho de contar num outro post!), salteada ou usada na sopa.

Hoje em dia já podem encontrar facilmente couve kale nos mercados biológicos, no Celeiro e até em muitos supermercados.

Podem fazer esta salada de kale massajada juntando os legumes que mais gostarem, fica sempre muito boa. Uma opção bem agradável e fresquinha para estes dias quentes…

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Pãezinhos de Mandioca e Chia

Descobri recentemente a mandioca… e como eu adoro descobrir alimentos novos!!! 🙂 .
Já usava produtos derivados da mandioca, como o polvilho e a tapioca, mas nunca me tinha lembrado de comprar mandioca e consumi-la assim, por si só. A mandioca é uma raíz rica em hidratos de carbono de absorção lenta, sendo por isso um alimento que fornece bastante energia, muito útil para desportistas ou em regimes de perda de peso (pois sacia bastante). Rica em vitamina B9 (ácido fólico), vitamina C, potássio e fibra, a mandioca é antioxidante, anti-inflamatória, ajuda na construção dos tecidos, protege o coração e a pele. E não tem glúten!!! Bem bom, portanto…

Ora experimentei a mandioca e estou fã! Tem um sabor adocicado agradável e é bastante versátil, podendo ser consumida cozida, assada, em puré ou usada na confeção de pães e bolos. É uma boa alternativa à batata doce.

Testei este novo alimento para fazer pão e gostei muito do resultado. Engraçado como já não me apetece assim tanto comer o pão tradicional (logo eu que era completamente viciada em pão!).  Desde que deixei o glúten e o fermento, satisfaço-me perfeitamente com estes pãezinhos caseiros, que me enchem verdadeiramente as medidas. De início parece que nada vai conseguir substituir o pão tradicional, mas sinceramente, agora já não quero outra coisa. O pão caseiro que faço, simples, sem fermentar, faz-me sentir mais leve e igualmente saciada. Também são muito bons os pães de fermentação natural e prolongada, como se fazia antigamente (sim, esse era o verdadeiro pão), mas ainda não me iniciei nessas técnicas. Quem sabe um dia… 🙂

Esta receita é muito simples, não deixem de experimentar.

Dicas para preparar a mandioca:

1. Com uma faca afiada cortar a mandioca ao meio e depois cortar cada uma das partes no sentido do comprimento.Pão
2. Retirar a casca e a fibra grossa do meio.
3. Colocar os pedaços de mandioca em água a ferver com uma pitada de sal e deixar cozer até que fique macia (cerca de 20 minutos).

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Salame Paleo

Os meus filhos adoram salame… Bom, quem não gosta, certo?! 🙂 E nesta semana, que é das crianças, quis dar-lhes esse miminho.

A receita de salame que eu costumava fazer levava bolachas e eu não tinha em casa nenhumas que o M. pudesse comer (ele é intolerante ao trigo). Então pus-me a pesquisar até que bati os olhos nesta receita. “Ora nem mais, é isto mesmo!”, pensei.

O que vos posso dizer… Ficou ÓTIMO!!! Eles deliraram e estão sempre a pedir mais. Quem diz que as crianças são esquisitas??? Sem glúten, sem açúcar e sem processados, esta é uma sobremesa muito simples de fazer e que fica super saborosa.

Que tal fazerem para as vossas crianças? Depois dizem-me se foi aprovado?

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40 e um Bolo de Cenoura

Diz o calendário que hoje estou de Parabéns… 🙂 E que já vão 40 anos desde o dia em que nasci.

E eu estou feliz… Porque gosto de fazer anos, porque gosto de recomeços. E sinto que a entrada nos “entas” é um recomeço que vai trazer muitas mudanças positivas na minha vida. Não tenho medo da idade nem de envelhecer, desde que o faça com qualidade. E sei que isso depende muito do estilo de vida, das minhas emoções, da forma como alimento o corpo e a mente. Quero envelhecer bem, aceitando verdadeiramente cada coisa que me acontece. Porque envelhecer faz parte da vida… Só tenho de agradecer, aos meus pais e ao universo, pela oportunidade que me deram para estar aqui e ter esta experiência maravilhosa.

Em jeito de comemoração, deixo-vos um bolo muito simples que fiz para este dia especial. Abri o livro da Ella Woodward (“As Delícias de Ella”) e dei de caras com um bolo de cenoura com uma aspeto fantástico. Adoro bolos de cenoura e este, que junta ananás, cobertura de caramelo de banana e não usa fermento, aguçou-me a curiosidade. Fiz um bolo grande hoje para o lanche (que ainda não abri) e um pequenino – só para mim! – que foi devorado ontem. E que bom que ficou… (já não preciso de dizer que não tem glúten nem açúcar e que é saudável, certo?) 🙂

 

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Puré de Abóbora Hokkaido com Laranja e Gengibre

Decididamente os homens não foram feitos para andarem às compras… 🙂  Pedi ao homem da casa para me ir comprar abóbora fatiada ao Celeiro. Chegou com uma abóbora hokkaido enorme que custou os olhos da cara. “Ah, não havia da outra, trouxe esta…” Levou um raspanete, claro! Mas depois até lhe agradeci porque nem sempre compro abóbora hokkaido, por não ser muito acessível, e assim fui “obrigada” a inventar alguns pratos com este pequena maravilha. Adoro mesmo abóbora hokkaido, tem um sabor mais suave e doce do que a comum abóbora menina que costumamos usar para a sopa. É um alimento muito usado na cozinha macrobiótica pelas suas excelentes propriedades nutritivas, sendo rico em vitaminas A e B9, pró-vitamina A (caroteno), aminoácidos, zinco e outros minerais.

Esta foi uma das iguarias que fiz, um puré de abóbora hokkaido com laranja e gengibre. Qualquer palavra que use para descrever este puré não lhe faz o devido jus, ficou tão mas tão bom… É um acompanhamento excelente, diferente e muito saudável. Eu fiquei mega fã!

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Tarte de Maçã para o dia da Mãe

Hoje é dia da Mãe… Que para mim (e acho que para todas as mães) é todos os dias! Mas como hoje é comemorado oficialmente, aqui deixo um grande beijinho à minha mãe e a todas as mães do mundo. ❤️

Ser mãe foi a melhor coisa que me aconteceu. Mas nem sempre tive esta noção tão clara, passei momentos conturbados em que cheguei a duvidar se teria capacidade para o ser. Foi preciso uma tomada de consciência para eu perceber que as dificuldades que estava a sentir tinham uma razão: fazer-me descobrir quem sou e evoluir. Ser mãe permitiu-me iniciar o meu caminho de desenvolvimento pessoal, abriu-me os olhos para mudar o que não estava bem em mim, permitiu-me descobrir a minha missão neste mundo. E por isso só tenho a agradecer aos meus filhos que, ao me desafiarem diariamente, com a suas personalidades tão diferentes, conseguem mostrar-me sempre por onde devo seguir.

Deixando agora os desabafos de lado… 🙂  Hoje trago-vos uma maravilhosa tarte de maçã, que pode ser comida por toda a família, bebés, miúdos e graúdos. É muito simples, rápida de fazer e
tão saborosa. E já nem preciso de dizer que não tem leite, açúcar ou farinhas refinadas, certo? Uma alternativa muito saudável aos bolos comprados e processados. Cá em casa somos todos
fãs, o que se prova pela velocidade com que a tarte desaparece. 🙂 Eu adoro comê-la ao lanche, morna, com iogurte e fruta fresca. Consegui abrir-vos o apetite? Então experimentem! Ainda vão a tempo de fazer para o lanche!

Feliz Dia da Mãe!!!

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