Rolinhos de Beringela com Pesto de Manjericão e Tomate Seco

Este Verão fui finalmente visitar a Quinta do Arneiro. Claro que fiquei maravilhada e com vontade de largar tudo e dedicar-me a um projeto assim. Adoro a calma do campo, o cheirinho bom da natureza, o som do “quase” silêncio. A quinta é enorme, muito bem organizada, gostei imenso de conhecer cada cantinho, cada estufa, cada horta. O campo de morangos é gigante! Só me passavam pela cabeça ideias de receitas com morangos. E que morangos… Eles bem dizem que são os melhores do mundo e acho que é verdade. Claro que a visita terminou com um almoço no restaurante (que recomendo vivamente, tirei imensas ideias 🙂 ) e com uma passagem pela mercearia, de onde vim com um enorme carregamento de fruta e legumes biológicos (morangos incluídos, claro!). Vale mesmo a pena fazer uma visita a esta quinta biológica, é um passeio bem agradável para uma tarde em família.

Entrada: Pão, pastas e azeite

Sopa de coco, gengibre e cenoura

Arroz com beterraba, abóbora hokkaido, beringela grelhada e beldroegas

Crumble de pera com gelado de morango

Com os tomates que trouxe da quinta lembrei-me de fazer tomate seco, que gosto muito de juntar aos meus pratos e saladas. Mas desta vez usei-o para fazer uma entrada que ficou muito agradável: uns rolinhos de beringela (ADORO!!!) com pesto de manjericão e tomate seco (inspiração de uma receita da Mãe Guru). É uma ótima opção para servir num jantar de amigos ou quando nos apetece uma coisa simples. Mesmo bom…

Continue reading

Dicas Para Terminar Bem o Dia

Nem sempre é fácil, ao fim do dia, desligarmos… Durante o dia há o trabalho, quando chegamos a casa mudamos o chip para as tarefas domésticas e os afazeres familiares (há inclusivé quem opte por manter os dois papéis em simultâneo) e normalmente chegamos ao fim do dia exaustos. Tão exaustos que nem conseguimos dormir bem. E como não dormimos bem no dia seguinte estamos cansados, com sono, não temos a energia nem a produtividade que gostaríamos e só nos apetece beber café para espevitar ou afogar o cansaço em coisas doces. E assim se cria um ciclo vicioso de onde parece difícil escapar.

A solução é mesmo estabelecermos rotinas. As rotinas dão-nos calma, estabilidade, segurança e permitem uma organização mais eficiente de tudo o que temos para fazer. Com as rotinas ganhamos tempo, tempo esse que podemos usar para nós, para fazer o que gostamos. Toda a gente precisa de rotinas, das suas rotinas. Já para não falar que é maravilhoso quebrá-las de vez em quando… 🙂

E se as rotinas matinais são essenciais (já aqui falei sobre isso), as rotinas noturnas têm igualmente uma enorme importância, razão pela qual acho que lhes devo prestar o devido reconhecimento.

Por experiência própria, posso dizer-vos que quando sigo as minhas rotinas de fim de dia sinto que ganho tempo e que tudo corre melhor. Estou mais serena, tenho mais paciência em casa (que é logo a primeira coisa que falta quando estamos em contra-relógio) e consigo ter um sono bem mais reparador. Que para mim é muito importante…

Querem saber as minhas 5 dicas para terem um final de dia mais mindful e para dormirem melhor?  Aqui vão elas!

1 – Planear, organizar e preparar com antecedência
Uma organização atempada das tarefas permite-nos que os fins de dias não sejam um caos! O ideal é começar a ir fazendo as coisas logo que possível e não deixar tudo para a ultima hora. E o que der para fazer com antecedência pode (e deve!) ser feito. Por exemplo, deixar algumas refeições preparadas no fim de semana anterior ou as malas da ginástica/natação. Quanto menos tarefas tivermos ao final do dia, melhor. Ajuda muito (pelo menos a mim) ter um caderninho para escrever o planeamento das tarefas semanais.

2 – Libertar o perfeccionismo
Este ponto, confesso, é o meu “calcanhar de Aquiles”. Sou muito perfeccionista e gosto de tudo bem feito, nem que para isso tenha de perder imenso tempo. Ando a tentar melhorar, pensando “o que ganho com tanta perfeição?”. Normalmente concluo que não ganho nada, só perco tempo e paciência. Não fica perfeito? Sem problema, fica melhor para a próxima. 🙂

3 – Limitar os estimulantes
Café, tabaco ou álcool a partir de certa hora interferem com o sono pois aumentam o ritmo cardíaco e a atividade cerebral. Ver muita televisão ou estar ao computador/tablet/consolas até tarde também tem influência no sono. O corpo liberta a hormona melatonina que nos aumenta
a sonolência mas quando estamos expostos a demasiada luz, esta hormona não é libertada nas quantidades adequadas.

4 – Fazer alguma atividade que ajude a relaxar
Que tal implementaram um regra? Reservar SEMPRE um bocadinho ao final do dia para alguma atividade mais calma que vos dê prazer. Claro que a atividade depende muito de pessoa para pessoa. Pode ser tomar um banho morno, ler um livro, beber um chá, ouvir música calma ou meditar. Eu sou adepta da última opção, já não consigo terminar o meu dia sem acalmar a mente, sentir a respiração e “falar um bocadinho comigo”. Podem ver as minhas sugestões de meditação aqui.

5 – Fazer o jogo da gratidão
Isto pode ser feito em família, a dois ou apenas pela própria pessoa (durante a meditação por exemplo). Pensar em 3 coisas que correram bem durante o dia e pelas quais estamos gratos. Este exercício enche-nos o coração de alegria e, acreditem ou não, tem um efeito enorme na qualidade do nosso sono e na disposição com que acordamos no dia seguinte.

Espero que estas dicas vos tenham sido úteis. Vamos lá praticar!

Leite Condensado Vegan

Estava em pulgas para partilhar este segredo convosco… 🙂

Devem ser poucas as pessoas que não gostam de leite condensado ou de sobremesas que contenham este ingrediente. Pois podem acreditar ou não, mas consegui inventar uma alternativa vegan, “mais ou menos” saudável para o leite condensado. Posso dizer-vos que os olhos dos meus filhos brilharam quando provaram este fantástico creme. É mesmo bom! Pode ser comido assim, simplesmente, à colher, mas também pode ser usado em bolos, recheio de tartes ou mesmo para fazer gelados.

Claro que lá porque é vegan e tem baixo teor de açúcares não é para ser comido a toda a hora (o leite de soja em pó não é propriamente o melhor alimento do mundo). Mas com moderação, tudo é permitido. E é uma boa opção para quem não consome produtos de origem animal ou é intolerante ao leite de vaca.

A preparação não tem grande ciência, basta ter um bom processador de alimentos e 5 minutos de tempo. E a magia acontece… 🙂

Ainda com dúvidas? Então têm mesmo de experimentar! Depois dizem-me o que acharam?

Continue reading

Nuggets de Legumes

Acho que qualquer criança (ou adulto) fica com um brilhosinho nos olhos quando ouve falar de nuggets. Provavelmente pela influência das grandes cadeias de “fast food”,  como Mac Donald’s e afins. Mas eu sou adepta da “slow food” e, como tal, decidi recriar uns nuggets na sua versão vegan e saudável. E não é que ficaram uma maravilha?

Ora vamos às vantagens desta iguaria:

– São super saborosos!!!
– Preparam-se em poucos minutos (falta de tempo não é desculpa para não se comer bem!)
– São aptos para quem seja vegan, intolerante à lactose e/ou ao glúten (usando aveia isenta de glúten ou, em alternativa, farinha de arroz)
– São feitos no forno, sem gordura
– Têm imensos legumes (ideais para crianças mais seletivas esquisitas 🙂 )
– Podem ser dados a bebés (desde que começam a comer alimentos sólidos)
– Podem ser congelados e estão sempre à mão, prontinhos, para quando for necessário
– Servidos frios ou quentes, são sempre muito agradáveis, até para levar para a praia ou para o almoço no trabalho/escola

Podem variar os legumes e os condimentos e criar versões diferentes. Nem a monotonia é aqui um impedimento! Face ao exposto, ainda conseguem não experimentar?

Continue reading

Pão de Amêndoa, Alfarroba e Coco

Nos primeiros tempos de maternidade dediquei-me a 300% aos meus filhos. Toda a minha vida girava em torno deles, das suas rotinas e afazeres (acho que a maioria das mães se identifica com isto). Mas o tempo foi passando e comecei a sentir algumas repercursões negativas na minha saúde devido a este comportamento. Cansaço, falta de paciência, irritabilidade, ansiedade, entre outros problemas. Felizmente apercebi-me de que era preciso mudar e que essa mudança passava muito por cuidar de mim, reservar tempo para mim, fazer coisas que me dessem prazer. Passar tempo sozinha a ler, a passear, a meditar, ou simplesmente a SER (em vez de apenas FAZER). No fundo senti necessidade de ter um relacionamento mais profundo comigo. Porque se não nos relacionarmos connosco, nunca vamos ser felizes e não vamos conseguir dar o melhor de nós aos outros. E eu quero que os meus filhos (e as outras pessoas) tenham o melhor de mim, sempre!

Uma das coisas que eu gosto imenso e que faço regularmente é cozinhar para mim. Não é cozinhar para a casa, nem porque tem de ser. É cozinhar pelo simples ato de ME mimar e de fazer comida que EU gosto. Sem me preocupar se os miúdos vão torcer o nariz. E quando o produto final me agrada, também recebo elogios de mim mesma! Porque não? 🙂

Este pãozinho foi o resultado de um destes momentos meus… Estava cansada, depois de uma tarde em que a minha filha me brindou com algumas refilices e crises de mau feitio (as crianças também têm direito a dias menos bons). Barriquei-me na cozinha, liguei a minha vela aromática e comecei a terapia. Normalmente costumo seguir receitas mas desta vez segui apenas o instinto. Tinha resíduos de amêndoa no frigorífico (que tinham sobrado da preparação do meu leite) e achei que fazer um pão reconfortante seria uma boa ideia.

E foi… Ficou fantástico! Ligeiramente adocidado, fofinho e saboroso. Comi-o inteirinho, aos lanches, durante a semana.  Barrado com manteiga de amêndoa e com rodelas de banana por cima… 🙂 Aqui fica a receita deste pão de Amêndoa, Alfarroba e Coco (em que o ingrediente AMOR não consta da lista mas esteve muito presente). Espero que gostem. ❤❤❤

Continue reading

Trufas Cruas de Cenoura e Coco

O ser humano é feito de hábitos… E muitas vezes custa-nos a dar a volta a hábitos de infância que nos foram transmitidos pelos nossos pais ou avós. Ou pela própria sociedade. Eu sempre tive o (mau) hábito de comer um docinho depois das refeições. Desde criança que o almoço e o jantar terminavam com chá e bolinhos ou bolachas. Muitas vezes eram bolos caseiros feitos pela minha avó mas mesmo assim não deixavam de estar carregados de açúcar (bem branquinho, que na altura nem sequer se conhecia outro). TODOS os dias, a TODAS as refeições! Claro que o organismo se habituou e quando comecei a ganhar consciência da alimentação e a comer melhor, foi uma coisa que me custou a retirar.

A boa notícia é que tudo é possível, basta força de vontade. De início custa, parece que estamos sempre insatisfeitos. Mas depois acabamos por já nem pensar mais nisso. Lá está, o organismo habitua-se. Neste momento apenas como quando tenho fome e alimentos que sei que me vão fazer bem. Se estivermos atentos, vemos uma reação imediata no nosso corpo quando agimos desta forma. Sentimo-nos bem depois das refeições, leves e com energia.

Para os momentos em que está mesmo a apetecer uma coisa doce, o truque é escolher algo igualmente saboroso mas que seja saudável. Como é o caso destas trufas. Sou adepta de trufas e bolinhas energéticas. São super rápidas de fazer e muito saciantes. E têm aquele doce que nos faz elevar a boa-disposição. Claro que também devem ser consumidas com moderação (como tudo) pois normalmente têm um elevado valor calórico. Mas são a melhor opção para ter sempre no congelador e tirar quando a gula aperta.

Estas trufas cruas são frescas, ideais para o Verão. E ficaram bem bonitas… Experimentem!

Continue reading

A Importância da Vitamina D

As vitaminas são, tal como os minerais, micro-nutrientes essenciais à vida e à manutenção de uma boa saúde. Todas as vitaminas são necessárias mas talvez uma das mais importantes seja a vitamina D.

A vitamina D é um nutriente solúvel em gordura e, apesar de ser chamada de vitamina, é na verdade uma hormona. Precisamos desta vitamina para quase todas as funções do nosso corpo nomeadamente para a regulação do sistema imunitário, para o desenvolvimento celular e a manutenção dos ossos e dentes (absorção de cálcio). A vitamina D é assim fundamental na prevenção de uma série de doenças como osteoporose, doenças auto-imunes, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e cancro.

A vitamina D está associada à exposição solar pois, de facto, é esta uma das suas principais fontes. O corpo produz esta vitamina a partir de um derivado do colesterol presente na nossa pele quando em contacto com o sol (na realidade é a única vitamina que o organismo consegue produzir!). E talvez seja esta a razão porque normalmente subvalorizamos esta vitamina, pois achamos que conseguimos as doses adequadas através do sol (sobretudo aqui em Portugal onde o clima se propicia a isso). A verdade é que a vitamina D só é produzida quando nos expomos sem proteção solar, o que nos dias de hoje, devido à preocupação com o cancro de pele, é uma prática cada vez menos comum (e por essa razão ainda bem). Por outro lado, as necessidades de vitamina D variam muito de pessoa para pessoa, consoante a idade, tipo de pele, zona onde se vive, poluição e estação do ano. Para se conseguir obter vitamina D através do sol o recomendado é expor a cabeça, pernas e braços em períodos de 20 minutos, pelo menos 3 vezes por semana e nas alturas em que o sol é benéfico (idealmente até às 10 da manhã).

A outra fonte importante de vitamina D é a alimentação. Alimentos como os peixes gordos, gema de ovo, fígado, manteiga e cogumelos são boas fontes deste nutriente.

Continue reading

Bolo Desperdício Zero

Tanto se fala de alimentação saudável nos dias de hoje… Mas o que é então uma alimentação saudável? Para mim é aquela que nos proporciona saúde, energia, boa-disposição, evolução interior e que nos permite contribuir para um planeta melhor.

É engraçado como normalmente começamos a mudar a nossa alimentação com um objetivo específico: perder peso, ganhar vitalidade, resolver algum problema de saúde… Mas com o tempo apercebemo-nos que a mudança alimentar teve muito mais consequências do que apenas alterar aquilo que colocamos no nosso prato. Os alimentos que ingerimos interferem não só com a saúde do nosso corpo físico como também mexem com as nossas emoções. Alteram a nossa personalidade, o nosso modo de viver e de encarar a própria vida. Ao adotarmos uma alimentação mais saudável tornamo-nos mais alertas para os problemas de sustentabilidade ambiental. Tornamo-nos pessoas mais conscientes. É tudo isto de forma natural…

Eu posso dizer que estes conceitos de proteção do ambiente e redução da pegada ecológica passaram a estar enraízados em mim. Ainda no outro dia o meu marido me dizia para tapar um prato de comida que tinha sobrado com aquele rolo plástico de cozinha e não estava a perceber porque é que preferi tapar de outro modo. Não consigo ir a restaurantes e pedir uma garrafa de água, se esta for de plástico. Se não tiver a minha garrafa de água na mala, peço um copo de água (com a vantagem que ainda fica mais económico! 🙂 ). Se me esqueço dos meus sacos de compras, prefiro não comprar nada a ter de trazer um novo saco. Quando eventualmente compro alguma coisa mesmo necessária que venha numa embalagem, ou utilizo a embalagem para outros fins ou devolvo à loja para que a voltem a utilizar. Em relação aos alimentos, nada se estraga nem deita fora na minha cozinha. A comida que sobra é sempre utilizada nas refeições seguintes ou reutilizada em novos pratos. Quando acabamos de comer não deixamos nada no prato, nem um simples grão de arroz (mais vale tirarmos pouco de cada vez e, se quisermos, repetir). As cascas das frutas servem para fazer águas aromatizadas e as polpas das frutas/legumes que restam dos sumos naturais são utilizadas para fazer hambúrgueres, bolachas ou bolos.

Bolos, assim como este… Um bolo que por acaso foi feito com a polpa das frutas e legumes que sobrou do meu workshop. 🙂 Na altura congelei e quando me apeteceu foi só tirar e usar. Cenoura, beterraba, laranja e maçã… Deu um bolo húmido muito agradável. Não é o melhor nem o mais bonito bolo do mundo… mas é muito saudável e saboroso… e deixa-nos invadidos por uma enorme sensação de bem-estar.

Sugestão: Experimentem colocar o bolo numa taça e por cima deitar fruta fresca, iogurte e frutos secos. É um lanche perfeito!

Continue reading

Gelados de Banana e Framboesa

Não sou pessoa de comer gelados todo o ano… Sou friorenta e no Inverno sabem-me bem coisas quentes. Mas o sol e o bom tempo fazem-me voltar a ter vontade de comer um gelado fresquinho.

Considero que os gelados comprados, sobretudo os industriais, são uma opção apenas para muito de vez em quando. Para além do seu elevado teor de açúcar têm, na sua maioria, aditivos artificiais pouco benéficos à saúde, como corantes e espessantes (alguns deles cancerígenos).

Os gelados saudáveis são muito fáceis de fazer. Uma das opções é esta que já aqui deixei, mas os miúdos também gostam muito de gelados de “pauzinho” pelo que, quando vi estas formas super práticas, não pude deixar de as comprar. Estes gelados de banana e framboesa foram a estreia destas formas e correram bastante bem. Ficaram saborosos e muito agradáveis. Aprovados pelos filhotes e pela mãe!  🙂

Continue reading

“Cheesecake” de Manga

É uma das minhas frutas preferidas, a manga. Quando era pequena não gostava, dizia que sabia a sabonete. 🙂 Só mais tarde percebi que isso acontecia porque provavelmente comia sempre mangas que ainda não estavam maduras. E uma manga bem madurinha, é aquela maravilha… Como os meus filhotes também adoram, decidi inventar uma sobremesa crua que usasse manga e eis o resultado. Um fantástico “cheesecake” de manga, sem açúcar e rico em proteína, devido ao uso do tofu. Confesso-vos que não estava esperançada com o resultado, porque não sei bem escolher mangas e a que comprei ainda não estava no ponto, mas posso dizer-vos que os miúdos ADORARAM! Ou seja, é decididamente uma sobremesa a repetir, para a próxima com uma manga um pouco mais docinha. Nestes dias mais quentes, sabe mesmo bem uma sobremesa assim, crua, fresquinha, cheia de sabor…

E já agora deixo-vos, como curiosidade, alguns dos benefícios da manga para a nossa saúde:

– Fonte de antioxidantes
– Alcalina
– Rica em fibra
– Rica em vitaminas (A, C, E e B6)
– Rica em ferro e potássio

Por tudo isto a manga é anticancerígena, melhora a digestão, impulsiona o sistema imunológico, promove a diminuição do colesterol mau, melhora a saúde da pele, melhora o humor e ajuda a controlar o stress. Muito bom, certo?

Continue reading