3 Dicas para a Longevidade

Ser jovem para sempre… Acho que era o sonho de muita gente. Infelizmente não é possível, pelo menos até descobrirem uma máquina do tempo que nos permita parar os anos e ficar sempre com a mesma idade. O meu filho tem-me feito muitas perguntas a esse respeito: “Oh mãe, não quero ficar velho…”, “Para onde vou depois de morrer?”. E eu não gosto de lhe mentir, por isso a melhor forma que arranjo de contornar o problema é desviar a atenção dele para o momento presente. Para a sorte que temos em nos ter sido dada a oportunidade de estar aqui, de viver esta vida que nos pode oferecer tanta coisa boa. Claro que aproveito para meter a deixa da alimentação saudável: ” Por isso é que a mãe só te dá comida saudável, para que possas viver mais tempo”. 🙂

A genética tem alguma influência no número de anos que vivemos mas bem menos do que se possa pensar. A forma como vivemos faz toda a diferença! Os avanços da medicina também têm ajudado: se no início do século passado a esperança média de vida era de 47 anos, no início deste século passou para 77 anos. Sim, vive-se mais tempo agora. A grande questão é que vivemos mais mas não necessariamente melhor. A inteligência humana e o avanço tecnológico têm trazido também aspetos menos positivos. A poluição, o viver desenfreado, a falta de tempo, o stress, o excesso de  horas de trabalho, a alimentação cheia de organismos modificados e pesticidas, tudo isto está a trazer-nos doenças e a retirar-nos qualidade de vida.

“People live as if they won´t die and die feeling they haven´t lived”

Já senti na pele os malefícios deste viver moderno. Para ser honesta ainda sinto… Mas felizmente despertou em mim uma nova consciência, que me avisa diariamente quando não estou a ir pelo caminho certo. Talvez haja quem prefira viver sempre no limite, abusando da saúde, sem pensar nas consequências. Conheço pessoas assim, que me dizem “Quero é aproveitar a vida, se morrer mais cedo paciência”. Está tudo bem, cada um é livre para tomar as suas opções. Mas eu não sou assim, sempre fui uma pessoa prudente e queria muito viver bem até ser velhinha. Adorava chegar aos 90 ainda com uma vida ativa, ser independente, fazer Yoga e conseguir brincar com os meus bisnetos. Quero ter tempo, muito tempo, para aproveitar a vida serenamente. Esta vida maravilhosa que podemos e merecemos viver… E felizmente sou abençoada porque tenho a genética a favorecer-me, já que as mulheres da minha família têm mostrado ser “duras de roer”. A minha bisavó deixou-nos aos 107 anos e só não viveu mais tempo porque deu uma queda da qual já não conseguiu recuperar. Sempre foi um modelo para mim, de energia, de força, de determinação.

Para quem se identifica com as minhas palavras, deixo 3 dicas bem simples, que vos vão com certeza ajudar a viver bem durante mais tempo. Não é a fórmula para a vida eterna mas já é uma boa ajuda! 🙂

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Pãezinhos Achatados de Arroz e Curcuma

Em criança não era muito dada a culinária… Lembro-me de ajudar a minha mãe a lavar o arroz ou a minha avó a fazer um bolo. Mas não passava muito disso. Quis o destino que o gosto pela cozinha se fosse desenvolvendo e agora posso dizer que é das coisas que mais gosto de fazer. Para mim é uma espécie de terapia, quase uma meditação. Quando estou a cozinhar as horas passam e eu nem dou por isso. Durante a semana faço apenas o essencial, pratos rápidos e simples pois o tempo não é muito. Mas ao fim de semana a minha criatividade culinária atinge o expoente máximo! É requisito obrigatório reservar sempre um bocadinho para as minhas experiências. Acreditam que até sonho com algumas receitas? E fico em pulgas para as pôr em prática! 🙂

Os pãezinhos que vos trago hoje foram imaginados num desses sonhos… Costumo comprar um pão de arroz no Celeiro de que gosto bastanto e já há algum tempo que me passava pela cabeça como é que seria feito. É um pão redondo de arroz integral, não fermentado, que fica húmido por dentro. Gosto de o abrir e rechear com os meus ingredientes favoritos (tipo pão pita). Ora resolvi imitar esse pão mas em versão mini e juntando curcuma para lhe aumentar a piada e o valor nutricional. E não é que ficaram ótimos? São um snack muito agradável, nutritivo e saciante. Com o poder milagroso da curcuma…

A curcuma é da família do gengibre e é uma planta usada pela medicina Ayervédica pelas suas magnifícas propriedades curativas. O seu ingrediente activo principal, a curcumina, é um anti tudo e mais alguma coisa: antioxidante, anti-inflamatório, anti-cancerígeno, anti-bacteriano, anti-fúngico e anti-viral, só para mencionar alguns. Ajuda o sangue, fígado, coração, articulações, sistema imunitário, sistema digestivo e até o cérebro.  A utilização de curcuma tem mostrado reduzir a inflamação celular e o stress oxidativo, ajudando a combater as doenças degenerativas.

Há muita gente que confunde curcuma com acafrão mas são especiarias diferentes. A curcuma é de cor amarela e também é chamada de Açafrão das Índias (Turmeric em inglês). O açafrão é de cor avermelhada e é bem mais raro e difícil de encontrar (para além de ser demasiado dispendioso para a carteira do comum dos mortais 🙂 ).

Uma dica interessante: juntar curcuma à pimenta preta permite potenciar largamente os efeitos da curcuma. A pimenta preta tem um ingrediente activo chamado piperina que faz aumentar a biodisponibilidade das outras substâncias, permitindo que estas permaneçam por mais tempo activas no corpo. A piperina consegue assim aumentar até 20 vezes a biodisponibilidade da curcumina, além de ter também efeitos benéficos a nível gastrointestinal e cerebral. Se sozinha a curcuma já era fantástica,aliada à pimenta preta formam uma dupla imbatível! Infelizmente não sou muito dada a sabores picantes e não gosto muito de pimenta mas, se tiverem a sorte de gostar, podem adicionar uma colher a estes pãezinhos e torná-los ainda mais saudáveis.

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Sobre a Escovagem Corporal

Somos confrontados diariamente com inúmeras fontes de intoxicação do nosso corpo. Através daquilo que comemos, dos produtos que colocamos na pele, mas também através do que pensamos e sentimos. Sim, comer bem e de forma saudável não serve de muito se nos intoxicamos com pensamentos negativos que nos destroem por dentro, enfraquecem o nosso sistema imunitário e nos deixam mais vulneráveis à doença. Sermos positivos e estarmos de bem com a vida é a melhor forma de vivermos em modo “detox”.

Mas há mais um excelente método, e este bem mais concreto, de fazermos uma limpeza diária ao nosso corpo. Chama-se escovagem corporal a seco (dry brushing), conhecem? A pele é um orgão de absorção, já aqui tinha referido, mas também é um orgão de eliminação, desempenhando um papel crucial na limpeza das toxinas e impurezas do corpo. Esta eliminação faz-se com o suor mas também com a renovação dos tecidos da pele. Ao escovar o corpo estamos a eliminar o excesso de células mortas,  ao mesmo tempo que contribuímos para melhorar a circulação, promover a drenagem linfática e diminuar a celulite. Outros benefícios são a regulação das glândulas sebáceas e hormonais e a diminuição de manchas, cicatrizes e estrias, tornando a pele mais uniforme.

E como fazer a escovagem corporal a seco? Muito fácil! Basta usar uma escova de cerdas naturais própria e escovar o corpo diariamente antes de tomar banho (com o corpo seco, bem como a escova). Depois do banho aplicar um bom hidratante e já está! O tempo que demoram só depende de vocês, poderão ser 10 minutos, para uma escovagem mais completa, mas se o fizerem em 3 minutos já terão muito a beneficiar.

Segue o método de escovagem que eu aconselho:

– Realizar sempre movimentos circulares longos, no sentido anti-horário, em direção ao coração
– Não concentrar muito a escovagem no mesmo local para não magoar
– Começar pelos pés, pernas, nádegas e depois continuar pela barriga, peito, mãos e braços (não esquecendo as plantas dos pés e as palmas das mãos)
– Prosseguir pelas costas no sentido descendente, desde os ombros até à região dos rins
– Adaptar a força da escovagem à região em causa, para não irritar a pele: o peito e a barriga são mais sensíveis, não devendo ser aplicada tanta força nestes locais
– No fim bater com a escova no lavatório e passar as mãos pelas cerdas para remover as células mortas

Desde que experimentei esta técnica que realmente noto a pele mais macia. E, confesso, não faço a escovagem todos os dias (ainda não se tornou rotina, tenho esse objetivo estabelecido!).
Para além disso gosto imenso da sensação que a escovagem me proporciona, é uma espécie de massagem matinal. 🙂

Em relação às escovas, eu comprei a minha online na Nature´s Invitation mas sei que também há no Celeiro, na Body Shop e até em vários supermercados. A única exigência é que seja de cerdas naturais e convém que tenha um cabo comprido (idealmente desmontável) para que possam chegar bem às costas.

Desafio-vos e experimentarem! Depois contam-me se gostaram?

Workshop “Visita Guiada ao Supermercado”

Fica baralhado com tantos produtos saudáveis? Não faz ideia de quais escolher nem sabe onde os encontrar? Gostava de aprender a decifrar rótulos alimentares? Então venha participar neste workshop!

Vamos descomplicar e mostrar como se podem fazer compras saudáveis de forma fácil e rápida. Vai perceber quais os alimentos mais adequados para si e para a sua família. Terminamos a preparar e degustar um snack saudável feito com produtos da loja.

DATA: 25 de Novembro, 15-17h
LOCAL: Amor Bio Benfica (Rua Prof. Reinaldo dos Santos, 11A, 1500-501 Lisboa)
VALOR: 10€
INCUI: Visita ao Supermercado e Snack Saudável
INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES: maria.abreu.healthcoach@gmail.com

As vagas são limitadas por isso reserve já o seu lugar!

Abóbora Hokkaido no Forno

Ando completamente viciada em abóbora hokkaido… E não é porque estamos em época de Halloween… 🙂 Quando fui almoçar à Quinta do Arneiro experimentei uma abóbora assada MARAVILHOSA e tentei replicar a receita em casa. Bom, não ficou exatamente igual mas ficou muito boa na mesma. E desde então que sempre que vejo as ditas abóboras, nem penso duas vezes e lá vai mais um tabuleiro de abóbora para o forno.

Felizmente esta abóbora é uma alimento cheiro de propriedades benéficas para a nossa saúde (já aqui falei disso).

Acredito na influência dos alimentos que comemos no equilíbrio não só do nosso corpo físico como também do nosso corpo energético. E sabe-se que os alimentos da terra como a abóbora,
a batata, a batata doce e a cenoura, equilibram o chakra da raíz (situado na base da nossa coluna vertebral), que está relacionado com a nossa capacidade de foco e de viver o momento presente. Coincidência ou não, sinto que estou numa fase com os pensamentos a mil e com necessidade de me concentrar e ter os pés bem assentes no chão. Talvez seja por isso que a abóbora anda a fazer-me sentir tão bem…

Esta é uma receita incrivelmente fácil e deliciosa. É uma ótimo acompanhamento para qualquer refeição. Não deixem de experimentar!

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A Minha Vida sem Açúcar

Em Maio de 2016 foi-me detetado um problema de saúde cujo tratamento passava por, entre outras coisas, eliminar completamente o açúcar da minha alimentação (irei falar sobre este problema mais tarde, num outro post). À data eu já seguia uma alimentação saudável, sem açúcares adicionados. Foi sendo um processo gradual ao longo dos anos: 1º substituí o açúcar branco por amarelo, depois por mascavado, depois comecei a reduzir as quantidades e por último substituí por outros adoçantes mais saudáveis. Por isso achei que esta “pequena” alteração seria pacífica. Bom, vou ser sincera, não foi assim tanto… Eu, que sempre afirmei que não tinha vícios, cheguei à dolorosa conclusão que afinal era viciada em açúcar. Todas as refeições tinham de ter qualquer coisa doce, nem que fossem tâmaras, figos secos ou as minhas trufas saudáveis. E retirar estes “doces” supostamente inofensivos da minha alimentação exigiu de mim bastante esforço e força de vontade. Porque para além de ter de combater o vício diário, não é fácil sempre que temos qualquer encontro com amigos ou familiares. Os doces estão sempre presentes, é uma droga socialmente aceite, acaba por ser mais difícil de eliminar do que o vício do álcool ou do tabaco. Posso confessar que cheguei a ficar revoltada com o Natal, com as festas de anos, com todas as alturas onde eu era desafiada a não fazer aquilo que me dava mais prazer naquele momento que era comer doces. Foi preciso uma tomada de consciência grande, foi preciso eu perceber o que queria para mim e para a minha vida. E eu percebi que queria ter saúde. Percebi que queria ter energia para fazer tudo o que gosto. Percebi que não queria optar por coisas que só me dão dores e desconfortos. E que diminuem a minha qualidade de vida. Hoje, passado mais de 1 ano desde o início da mudança, continuo a gostar de doces, não posso mentir, mas sinto que já vivo perfeitamente bem sem eles (melhor até).  E é maravilhoso sentir que estamos livres de um vício, de algo que se apodera de nós e nos controla.

E depois deste pequeno desabafo, vamos a questões práticas. 🙂

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Pãezinhos de Batata Doce, Trigo Sarraceno e Alfarroba

Quem me costuma ler sabe que sou apologista de uma alimentação variada. Variar os alimentos que ingerimos permite não só que a alimentação se torne menos monótona (comer é um prazer, certo?) como também nos ajuda a conseguir mais facilmente todos os nutrientes de que necessitamos e de uma forma mais saudável.

O consumo de cereais não costuma ser muito diversificado, infelizmente. Hoje em dia usa-se e abusa-se do trigo e mesmo quem tem intolerência ou alergia ao glúten ingere arroz branco e milho em demasia. Há todo um mundo de alternativas bem mais saudáveis e nutricionalmente mais interessantes. E, a meu ver, bem mais saborosas. Quinoa, millet, aveia, espelta, trigo sarraceno, são alguns exemplos.

A minha paixão mais recente é o trigo sarraceno. É um hidrato de carbono fantástico, já falei dele aqui. É um ótimo substituto do arroz integral e em termos nutricionais é até superior à quinoa, que ultimamente tem ganho muitos adeptos. É rico em proteína, fibra, aminoácidos essenciais (tem todos), antioxidantes, vitaminas e minerais (destaco o ferro e o magnésio). Ao contrário do que possa parecer pelo nome, é um cereal sem glúten (nada tem a ver com o trigo!), de excelente digestão e baixo índice glicémico (liberta energia de forma lenta e gradual).

A farinha de trigo sarraceno é das minhas preferidas para fazer pão, bolos, panquecas ou bolachas. Uso-a muito em conjunto com farinha de arroz integral. Gosto muito também de fazer trigo sarraceno ativado (demolhado+desidratado), que coloco nas minhas papas para dar um toque crocante, mas sobre esta técnica poderei falar num outro post. Como acompanhamento uso normalmente o trigo sarraceno para fazer risotos, em substituição do arroz.

Hoje deixo-vos uma maravilhosa ideia para dar utilidade ao trigo sarraceno:  Pãezinho de Batata Doce, Trigo Sarraceno e Alfarroba. Que vos parece? A receita é da querida Joana do Just Natural Please e eu, sendo uma grande apreciadora destes 3 ingredientes, quando a vi não pude deixar de experimentar. Mesmo bons… Fofinhos, saborosos, sentimos os pedacinhos de batata doce em cada dentada. Torrados e barrados com manteiga de amêndoa são divinais. Vamos então à receita?

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3 Técnicas de Meditação para Crianças

Há dias, no fim da aula de Yoga, falávamos sobre como o Yoga tinha entrado nas nossas vidas. Para alguns foi um interesse recente, que chegou com a necessidade de paz da idade adulta. Para outros, como eu, foi um interesse que começou mais cedo. Acho que todas estas atividades e terapias “menos convencionais” sempre me fascinaram. Mas foi só nos tempos de faculdade, talvez com a chegada de uma maior independência,  que comecei a manifestar mais vontade em conhecer este “outro mundo”. Lembro-me de ter visto um cartaz a anunciar aulas de Yoga na Cidade Universitária, em Lisboa, e de dizer para uma amiga “Vamos?”. E lá fomos nós! E acho que foram as melhores aulas de Yoga que tive até agora, muito completas, até incluiam cânticos de mantras. Claro que, no início, o espírito do Yoga parecia um mundo à parte e ainda soltávamos algumas risadas, sobretudo quando cantávamos (há 20 anos atrás, em Portugal, o Yoga não estava assim tão divulgado). Mas o tempo foi enraízando aquelas prática em nós e, contra a opinião de alguns colegas que diziam que não aguentávamos nem 1 mês, lá ficámos e sempre a gostar cada vez mais.

Desde então, e apesar de ter feito algumas pausas, o Yoga tem estado sempre presente na minha vida. E foi a minha porta de entrada para a meditação, que começou a ser diária apenas no ano passado. Mas sinto que desta vez será para durar… 🙂

Como “em casa de ferreiro espeto de pau”, os meus filhos não demonstram grande interesse por estas práticas, muito menos para a meditação. Por vezes com alguma pena minha (confesso)… Não porque não me seguem os passos (os pais têm muito esta tendência, não é?), mas porque sei que a meditação é uma ferramenta fantástica para as crianças, deixa-as mais calmas, centradas e confiantes. Para além disso fomenta sentimentos positivos como a compaixão, a gratidão e a generosidade, tão importantes nos dias que correm.

Pintando um cenário real (e não o ideal de perfeição), os meus filhos são crianças ansiosas, nervosas e pouco focadas. E, como tal, muito teriam a beneficiar com a prática meditativa. Sei que vão interiorizando alguma coisa com os meus exemplos, o que já é muito bom… Como é o caso da minha filha que, quando estou a cantar os meus mantras, costuma cantar por cima com letras inventadas por ela e que normalmente contêm muitos “cocós, xixis e afins” (ou seja, literalmente a gozar!). Mas o engraçado é que muitas vezes a apanho sozinha, a brincar no quarto, a cantar os mantras na perfeição, com a voz bem afinadinha. No fundo, está na sua meditação. 🙂

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Crumble de Maçã Saudável

O Verão parece que ainda não nos quer deixar. Que bom… Não temos os dias tão longos mas o bom tempo continua. Já disse que, por mim, era Verão todo o ano, certo?

Mesmo assim, apeteceu-me um aconchegante crumble de maçã… Adoro crumble de maçã!!!! Claro que a versão original, com farinha branca, açúcar e manteiga, não passa nos meus requisitos.  Por isso tive de criar uma versão igualmente saborosa mas bem mais saudável. Curiosos? Então aqui fica a receita. Espero que gostem.

Sugestão: Este crumble faz um lanche maravilhoso, juntando iogurte, manteiga de amêndoa e romã (e as primeiras romãs do ano já começaram a aparecer!). Mas podem saboreá-lo com qualquer outro topping ao vosso gosto. Dividam logo o crumble em 4 caixas (idealmente de vidro com tampa), depois na altura é só aquecer e colocar os ingredientes extra. E já está, lanche pronto!  🙂

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Produtos de Beleza e Higiene: As Minhas Escolhas Naturais

A mudança alimentar é apenas o despoletar da nossa evolução pessoal. Pelo menos comigo foi assim… Depois vem uma série de outras mudanças, entre elas a preocupação com os produtos que colocamos na pele. Se o intestino é um órgão de extrema importância, pois é por ele que assimilamos os nutrientes dos alimentos, também a pele tem uma capacidade de absorção enorme (cerca de 60% do que colocamos no nosso corpo é absorvido pela pele). Logo penso que faz todo o sentido sermos também exigentes nos produtos de beleza e higiene que usamos.

Procuro sempre 3 coisas quando compro um destes produtos: que contenha ingredientes naturais (pelo menos que não contenha os químicos desta lista), que seja ecológico (embalagens recicláveis e amigas do ambiente) e que não tenha sido testado em animais.

Sei (e sinto) que a verdadeira beleza vem de dentro e por isso, para termos uma pele bonita, o mais importante é alimentarmo-nos bem, bebermos bastante água, termos um sono reparador
e um estilo de vida saudável. Mas há sempre um mínimo de produtos que precisamos (e gostamos) de usar e por isso aqui deixo hoje a lista dos produtos que uso atualmente e que resultam comigo.

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