Tipos de Canela

Há uns tempos descobri algo que sinto que ainda é do desconhecimento da maioria das pessoas. E como tal merece ser partilhado. 🙂

Reparei que a cor da canela biológica que costumo comprar era diferente da cor da tradicional canela do supermercado (ainda tinha um frasco antigo perdido lá por casa). Ora pois claro que fui pesquisar e descobri que há 2 tipos de canela. A verdadeira, chamada canela-do-ceilão, vem da planta “Cinnamomum Zeylanicum” e é originária do Sri Lanka, Índia, Madagáscar, Caraíbas e Brasil. Tem uma cor mais clara e os seus paus têm várias camadas de folhas bem finas. O seu sabor é bastante intenso. Esta é a canela que tem imensas propriedades nutritivas, até medicinais, e que deve ser incluída na nossa alimentação. Um dos seus grandes benefícios é o de ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue. Já a falsa canela, também chamada de cássia ou canela-chinesa, vem da planta “Cinnamomum Aromaticum” e é originária da China, Vietname, Coreia e Japão. É de cor mais escura e os seus paus são mais rijos, só de uma folha. Tem um sabor idêntico, embora mais suave, que a canela verdadeira. Como este tipo de canela é mais comum, torna-se mais barata e é aquela que mais se encontra à venda.

O principal problema é que a falsa canela pode ser tóxica quando consumida em quantidades elevadas (mais de 5 gramas). Para além de poder irritar o estômago e agravar úlceras, esta canela, como possui níveis elevados de uma substância chamada cumarina, que tem fortes propriedades anticoagulantes, pode ser perigosa para pessoas com problemas de coagulação do sangue.

Como tal, da próxima vez que comprarem canela, verifiquem a sua origem (eu compro no Celeiro). Mesmo por um preço ligeiramente superior vale a pena escolhermos a canela verdadeira. Evitamos estes problemas e, já agora, beneficiamos das propriedades deste alimento maravilhoso.

Puré de Millet e Couve-Flor

Uma das coisas que me dá mais gozo na cozinha é inventar receitas e experimentar coisas diferentes. Adoro a sensação de criar pratos pouco comuns, sobretudo quando na hora de provar chego à conclusão que o resultado é maravilhoso! Acho que um dos problemas da alimentação de hoje em dia é que as pessoas se acomodaram aos ingredientes e sabores mais comuns e não se atrevem a mudar. Comem sempre o mesmo, aquilo que sabem que gostam, sem experimentar coisas novas. E muitas só de ouvir a palavra saudável até fogem… acham logo que não vão gostar. Há tantos alimentos fantásticos, tantas formas de cozinhar diferentes… A inovação abre a nossa mente, estimula os sentidos e torna-nos pessoas mais felizes (não só na culinária como na vida).  Felizmente acho que as coisas estão a mudar e a evoluir nesse sentido, o que é muito bom.

Tudo isto para dizer que fiz uma experiência que me correu bastante bem. Adoro purés, sejam eles de legumes, fruta, tubérculos ou cereais. E o puré de batata traz-me boas memórias de infância (graças ao empadão que a minha avó me fazia). Como não sou consumidora de batata, visto ter intolerância a este alimento e também porque não ganho nada com isso em termos nutricionais, evito este puré, mas num momento mais saudosista apeteceu-me recriá-lo usando ingredientes alternativos. E para tal usei o millet… Se estão a estranhar é porque ainda não comprovaram a versatilidade deste cereal. Apesar de se vender em bolinhas (tipo cuscus), quando bem cozido o millet facilmente se transforma em puré. E não é que o sabor, não sendo igual ao do puré de batata, se assemelha bastante? Juntei couve-flor para uma versão ainda mais saudável e menos rica em hidratos e eis que o resultado foi mais do que aprovado. Sem dúvida a repetir! Já disse que adoro esta sensação? 🙂

Se tiverem curiosidade em saber os benefícios do millet para a saúde leiam aqui.

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Propósito de Vida

Estamos no fim do ano (já?)… E a retrospectiva é inevitável.  2017 foi para mim um ano intenso. Um ano de mudanças interiores, de dúvidas, de surpresas. Um ano em que concretizei um dos meus maiores sonhos, fazer um retiro na Índia. Um ano que me aproximou de pessoas maravilhosas. Um ano em que descobri muito sobre mim e em que pus muitas coisas em causa, como mãe, como mulher, como pessoa. Terá sido a entrada nos 40? Não sei…

Uma das coisas que me apercebi este ano foi que “stressamos” demasiado com isto de encontrarmos o nosso propósito de vida.  Foram várias as pessoas com quem falei e que me confessaram esta tristeza… “Ainda não sei qual é a minha vocação”, “Não sei muito bem o que vim aqui fazer”, “Não consigo encontrar um rumo para a minha vida”. Estas duvidas são especialmente intensas nesta altura de fim de ano em que somos levados a fazer uma avaliação do ano que passou e a estabelecer objetivos para o ano que se avizinha.

Eu sentia que tinha encontrado a minha missão, fazer o health coaching e ajudar as pessoas a descobrirem a sua felicidade. E estava confortável com isso. Mas percebi durante este ano que não é este o meu propósito. Talvez seja o que gosto de fazer, o que me preenche, o que me faz acordar com um sorriso nos lábios todos os dias, mas não é a minha missão. Porque uma missão de vida não pode ser uma coisa externa a nós próprios, não pode ser algo que não dependa exclusivamente da nossa pessoa. Uma missão nada tem a ver com o que fazemos. Mas com o que somos. E eu descobri que a minha missão se resumia a uma única palavra: Despertar!  Despertar para mim, para o que sou verdadeiramente, para um estado mais elevado de consciência. Descobrir quem sou e aprender a amar-me como sou. Perdoar-me, aceitar-me, nutrir-me, elogiar-me. E saber regressar a mim sempre que sentir que me estou a desviar do caminho. Tão simples quanto isto…

Pensando desta forma está sempre tudo certo. Mesmo que o trabalho corra mal, mesmo que não consiga atingir aquilo que esperava, tenho sempre o porto seguro onde ancorar. E essa confiança tem gerado harmonia e paz na minha vida. E tem-me libertado do peso de não conseguir satisfazer as expetativas, minhas e dos outros. Não será também este o vosso propósito?

Vou começar este ano de 2018 com um único objetivo: viver um dia de cada vez, dando sempre o melhor de mim.

Que o vosso ano de 2018 seja mágico, pleno de luz, amor e gratidão.
E obrigada por estarem desse lado! 

Mini-Bolos Rei para o Natal

Não posso dizer que sou a maior fã do Natal… E só há bem pouco tempo me apercebi da razão. No meu imaginário, talvez influenciado pelos filmes que via desde criança, o Natal sempre foi sinónimo de casa cheia, união da família, muitas crianças, risos, alegria, afetos. E a minha realidade, fruto de ter pais separados e ser filha única até aos 14 anos, sempre foi bem diferente. Noite de natal para um lado, dia de Natal para o outro. Raramente tinha companhia de outras crianças. E portanto, o Natal a mim sabia-me sempre a separação (e alguma solidão). Nunca conseguia ter toda a gente de quem gostava perto. Para melhorar a situação tenho um marido também com pais separados e por isso atualmente a logística familiar na época natalícia consegue ser ainda mais complexa.  🙂

Mas tento transmitir a magia do natal aos meus filhos, o melhor que consigo. E não só nesta época mas todos os dias. Porque o Natal é aquilo que nós quisermos, quando quisermos…

Este ano aventurei-me no bolo rei para o meu Natal. Em versão mini… 🙂 São bem simples e rápidos de fazer, pois não necessitam de fermentar. Sem glúten nem açúcar adicionado, ficaram muito saborosos e cumpriram as minhas expetativas. Um miminho de mim para mim.

Que este Natal seja Amor, Partilha, União, Amizade, Tolerância, Respeito, Sorrisos, Abraços e Beijos. Que seja tudo aquilo que nos faz sentir bem e felizes.  

FELIZ NATAL!

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Natal Saudável, é Possível?

A época festiva pode ser um verdadeiro desafio para quem tem alguma dieta específica ou apenas para quem se quer manter saudável. Fala-vos a voz da experiência… Com tantos almoços, jantares, reuniões de família e de amigos, não é fácil resistir à tentação. Mas um excesso de doces e de alimentos excessivamente calóricos pode ser prejudicial para a saúde e fazer subir os ponteiros da balança. Já para não falar dos desconfortos digestivos prováveis… Acho que ninguém gosta de acabar o dia de Natal enfartado, mal-disposto ou a sentir-se mal, certo? Sim, porque o Natal é para ser uma época feliz, para apreciarmos a companhia das pessoas de quem mais gostamos… e celebrarmos a vida. 

Por isso hoje quero deixar-vos um plano de acção para conseguirem contornar este problema e terem um Natal maravilhoso… e muito saudável. Vamos a isso?

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Mini-Quiches de Beringela e Cebola Roxa

Andava com vontade de uma quiche, confesso… (e não digo desejos para não lançar boatos infundados sobre um possível bebé a caminho 🙂 ). Desde que deixei de consumir glúten que é raro poder comer quiches fora de casa, não é fácil encontrar locais onde as vendam. Por isso nada como meter literalmente as mãos na massa e inventar uma receita de quiche sem glúten que satisfizesse as minhas papilas gustativas.

Decidi usar as farinhas que tinha em casa e eis que surgiu uma massa simples, boa de trabalhar e que ficou bem saborosa. Em relação ao recheio mais uma vez usei o que andava perdido no frigorífico: meia beringela e um pacote de natas de aveia aberto há uns dias. Ainda juntei cebola roxa para dar mais sabor. E não podia ter ficado mais contente com o resultado! Ficaram mesmo boas…

Em jeito de curiosidade, sabiam que a cebola é um alimento excelente para a saúde? Eleva o bom colesterol, purifica o sangue, ajuda os rins e é útil para combater doenças respiratórias e digestivas. A cebola roxa é ainda rica em antioxidantes e é a minha preferida pelo sabor mais suave e adocidado. É ótima em saladas e assada no forno.

Para estas quiches usei umas formas mini bem engraçadas (comprei aqui) e fiz só duas unidades para testar. Mas podem duplicar a dose e fazer 4 logo de uma vez, para a próxima é o que vou fazer dado o sucesso da experiência.

Algum adepto de quiches e tartes salgadas com uma boa receita sem glúten para partilhar? 🙂

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5 Técnicas para Reduzir a Ansiedade

A maioria das pessoas já sentiu ansiedade em algum momento da sua vida. Numa situação de maior pressão, quando alguma coisa inesperada acontece, nessas alturas é normal sentir ansiedade, é sinal de que o nosso corpo está a reagir à situação em causa. O problema é quando a ansiedade toma conta de nós e passa a ser um sentimento constante no nosso dia-a-dia. Muitas pessoas vivem em ansiedade, sem terem noção disso. Estão constantemente com medo, insegurança, necessidade de controlo, a sentir pressão, o que não as deixa viver em pleno e ser felizes.

A ansiedade tanto origina sintomas físicos como psicológicos:

Sintomas Físicos – Aperto no peito, dificuldade em respirar, falta de ar, dores de barriga, enjoos, tonturas, tremores, dores musculares, insónias

Sintomas Psicológicos – Nervosismo, dificuldade de concentração, agitação, descontrolo dos pensamentos, preocupação exagerada em relação a tudo

As causas da ansiedade variam de pessoa para pessoa e então muito relacionadas com a sua própria essência e com a forma como encara a realidade.

Falando agora em nome próprio (gosto sempre de escrever sobre assuntos que estou a experienciar ou pelos quais já passei), comecei a sentir ansiedade  desde que fui mãe. Custa-me admiti-lo, confesso… Sempre fui uma pessoa calma, positiva, pouco nervosa. Mas a maternidade trouxe-me a insegurança e o medo, para além do stress e das preocupações constantes. E não tem sido um processo fácil de resolver. Ainda hoje sinto que não sei lidar bem com o meu papel de mãe. Mas aprendi a controlar esta ansiedade e a fugir de situações que sei que a vão despoletar. Aprendi a apreciar mais o presente, sem estar sempre com medo do que pode acontecer ou a pensar no que podia ter feito de outra forma. Umas das grandes causas da ansiedade é não vivermos o momento. É termos sempre a cabeça em todo o lado menos onde deveria estar. Porque o que passou já não volta e a única garantia que temos é o que está a acontecer agora.

“Não habite no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no presente.”

Buda

Deixo-vos 5 técnicas que me ajudam a reduzir a ansiedade. Pode ser que também vos sejam úteis.

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Maçã Assada à Minha Maneira

No Inverno sabem-me bem sobremesas quentinhas… Sou friorenta e preciso deste aconchego para estar em equilíbrio. Adoro um bom crumble de maçã morno ao lanche, com um chá a acompanhar (para criar o cenário perfeito falta só mesmo o meu sofá, uma mantinha e um filme lamechas na televisão 🙂 ).

Apeteceu-me variar do crumble e desta vez experimentei assar apenas a maçã mas cortada em fatias e envolvida em creme de coco. Juntei limão para um toque de acidez e erva doce para intensificar o sabor. E não é que ficou absolutamente divinal? Decididamente é uma receita para repetir muitas e muitas vezes. Funciona perfeitamente como sobremesa rápida, se tiverem alguém que inesperadamente apareça para jantar, ou como lanche com iogurte natural por cima. Até é ótimo para as crianças levarem na marmita para a escola.

Vamos à receita?

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3 Dicas para a Longevidade

Ser jovem para sempre… Acho que era o sonho de muita gente. Infelizmente não é possível, pelo menos até descobrirem uma máquina do tempo que nos permita parar os anos e ficar sempre com a mesma idade. O meu filho tem-me feito muitas perguntas a esse respeito: “Oh mãe, não quero ficar velho…”, “Para onde vou depois de morrer?”. E eu não gosto de lhe mentir, por isso a melhor forma que arranjo de contornar o problema é desviar a atenção dele para o momento presente. Para a sorte que temos em nos ter sido dada a oportunidade de estar aqui, de viver esta vida que nos pode oferecer tanta coisa boa. Claro que aproveito para meter a deixa da alimentação saudável: ” Por isso é que a mãe só te dá comida saudável, para que possas viver mais tempo”. 🙂

A genética tem alguma influência no número de anos que vivemos mas bem menos do que se possa pensar. A forma como vivemos faz toda a diferença! Os avanços da medicina também têm ajudado: se no início do século passado a esperança média de vida era de 47 anos, no início deste século passou para 77 anos. Sim, vive-se mais tempo agora. A grande questão é que vivemos mais mas não necessariamente melhor. A inteligência humana e o avanço tecnológico têm trazido também aspetos menos positivos. A poluição, o viver desenfreado, a falta de tempo, o stress, o excesso de  horas de trabalho, a alimentação cheia de organismos modificados e pesticidas, tudo isto está a trazer-nos doenças e a retirar-nos qualidade de vida.

“People live as if they won´t die and die feeling they haven´t lived”

Já senti na pele os malefícios deste viver moderno. Para ser honesta ainda sinto… Mas felizmente despertou em mim uma nova consciência, que me avisa diariamente quando não estou a ir pelo caminho certo. Talvez haja quem prefira viver sempre no limite, abusando da saúde, sem pensar nas consequências. Conheço pessoas assim, que me dizem “Quero é aproveitar a vida, se morrer mais cedo paciência”. Está tudo bem, cada um é livre para tomar as suas opções. Mas eu não sou assim, sempre fui uma pessoa prudente e queria muito viver bem até ser velhinha. Adorava chegar aos 90 ainda com uma vida ativa, ser independente, fazer Yoga e conseguir brincar com os meus bisnetos. Quero ter tempo, muito tempo, para aproveitar a vida serenamente. Esta vida maravilhosa que podemos e merecemos viver… E felizmente sou abençoada porque tenho a genética a favorecer-me, já que as mulheres da minha família têm mostrado ser “duras de roer”. A minha bisavó deixou-nos aos 107 anos e só não viveu mais tempo porque deu uma queda da qual já não conseguiu recuperar. Sempre foi um modelo para mim, de energia, de força, de determinação.

Para quem se identifica com as minhas palavras, deixo 3 dicas bem simples, que vos vão com certeza ajudar a viver bem durante mais tempo. Não é a fórmula para a vida eterna mas já é uma boa ajuda! 🙂

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Pãezinhos Achatados de Arroz e Curcuma

Em criança não era muito dada a culinária… Lembro-me de ajudar a minha mãe a lavar o arroz ou a minha avó a fazer um bolo. Mas não passava muito disso. Quis o destino que o gosto pela cozinha se fosse desenvolvendo e agora posso dizer que é das coisas que mais gosto de fazer. Para mim é uma espécie de terapia, quase uma meditação. Quando estou a cozinhar as horas passam e eu nem dou por isso. Durante a semana faço apenas o essencial, pratos rápidos e simples pois o tempo não é muito. Mas ao fim de semana a minha criatividade culinária atinge o expoente máximo! É requisito obrigatório reservar sempre um bocadinho para as minhas experiências. Acreditam que até sonho com algumas receitas? E fico em pulgas para as pôr em prática! 🙂

Os pãezinhos que vos trago hoje foram imaginados num desses sonhos… Costumo comprar um pão de arroz no Celeiro de que gosto bastanto e já há algum tempo que me passava pela cabeça como é que seria feito. É um pão redondo de arroz integral, não fermentado, que fica húmido por dentro. Gosto de o abrir e rechear com os meus ingredientes favoritos (tipo pão pita). Ora resolvi imitar esse pão mas em versão mini e juntando curcuma para lhe aumentar a piada e o valor nutricional. E não é que ficaram ótimos? São um snack muito agradável, nutritivo e saciante. Com o poder milagroso da curcuma…

A curcuma é da família do gengibre e é uma planta usada pela medicina Ayervédica pelas suas magnifícas propriedades curativas. O seu ingrediente activo principal, a curcumina, é um anti tudo e mais alguma coisa: antioxidante, anti-inflamatório, anti-cancerígeno, anti-bacteriano, anti-fúngico e anti-viral, só para mencionar alguns. Ajuda o sangue, fígado, coração, articulações, sistema imunitário, sistema digestivo e até o cérebro.  A utilização de curcuma tem mostrado reduzir a inflamação celular e o stress oxidativo, ajudando a combater as doenças degenerativas.

Há muita gente que confunde curcuma com acafrão mas são especiarias diferentes. A curcuma é de cor amarela e também é chamada de Açafrão das Índias (Turmeric em inglês). O açafrão é de cor avermelhada e é bem mais raro e difícil de encontrar (para além de ser demasiado dispendioso para a carteira do comum dos mortais 🙂 ).

Uma dica interessante: juntar curcuma à pimenta preta permite potenciar largamente os efeitos da curcuma. A pimenta preta tem um ingrediente activo chamado piperina que faz aumentar a biodisponibilidade das outras substâncias, permitindo que estas permaneçam por mais tempo activas no corpo. A piperina consegue assim aumentar até 20 vezes a biodisponibilidade da curcumina, além de ter também efeitos benéficos a nível gastrointestinal e cerebral. Se sozinha a curcuma já era fantástica,aliada à pimenta preta formam uma dupla imbatível! Infelizmente não sou muito dada a sabores picantes e não gosto muito de pimenta mas, se tiverem a sorte de gostar, podem adicionar uma colher a estes pãezinhos e torná-los ainda mais saudáveis.

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