Batido de Vitamina C para o Inverno

Nesta época do Carnaval o tempo costuma ser traiçoeiro. Durante o dia está um sol já morno mas as noites ainda estão frias. O cenário ideal para se apanhar uma gripe ou constipação. Mas nada como nos protegermos com um super batido rico em Vitamina C. Os alimentos são sempre os melhores remédios… 🙂

Como curiosidade, que a vitamina C é muito importante para a nossa imunidade acho que já toda a gente sabe. Mas esta vitamina tem também outros benefícios, bem importantes por sinal. Tem função antioxidante, ajudando a prevenir ataques de coração e a diminuir o risco de cancro. Ajuda a manter um metabolismo saudável, a curar feridas e a promover uma sensação de bem-estar. Também é uma boa aliada na beleza uma vez que é essencial na produção de colagénio e elastina, ajudando a manter uma pele firme e bonita. A vitamina C é também muito útil pois ajuda o organismo a absorver o ferro, pelo que alimentos ricos neste mineral devem ser
consumidos em conjunto com alimentos que contenham vitamina C.

Quais os alimentos com maior teor de vitamina C? Frutas e vegetais, em especial: Citrinos, morango, kiwi, ananás, meloa, banana, papaia, tomate, brócolos, cenoura, pimento, batata-doce, salsa, couve. É importante lembrar que, no caso dos vegetais, se estes forem cozinhados em água, vais-se perder a vitamina C (que é uma vitamina hidrosolúvel). A melhor opção é mesmo cozer a vapor.

Este batido é um verdadeiro exigir para a saúde e bem-estar. Para além de ser rico em vitamina C, é muito saboroso e faz-nos sentir mesmo bem. Recomendo vivamente nesta época de inverno.

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Bolinhos de Coco e Alfarroba

Gosto de variar na alimentação e não comer sempre a mesma coisa. É bem mais saudável e muito menos aborrecido (porque a alimentação também é um prazer, certo?). Claro que com os miúdos também sigo esta regra… Às refeições principais não repito, no mesmo dia, o mesmo tipo de proteína ou hidrato de carbono e os lanchinhos semanais são, normalmente, diferentes todos os dias. Se me dá mais trabalho? Sem dúvida que sim! Mas gosto de o encarar como um desafio! 🙂

Por isso, para o dia-a-dia tento sempre escolher receitas simples, que não envolvam muitos procedimentos nem listas infindáveis de ingredientes. Normalmente ao fim de semana faço o plano alimentar semanal e procuro cozinhar em quantidade para já ter algum trabalho avançado para os dias de semana.

Faço muito este tipo de bolinhos para os lanches da escola (podem ver outros do género aqui). São saudáveis, alimentam e os miúdos adoram! E a preparação é do mais fácil que há: triturar, misturar e levar ao forno. Podemos ir variando nas frutas e nas farinhas, juntar ou não ovo (para versões vegan) e mudar sabores (nesta receita usei alfarroba mas também pode ser cacau, canela, erva doce ou baunilha). Receita com sucesso garantido! 🙂

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Pão Naan sem Glúten

Já devem estar a pensar: “Pronto, lá vem ela outra vez com a comida indiana!” 🙂 . Pois é, tenho de vos confessar uma coisa. Uma das minhas grandes tristezas quando deixei de consumir glúten foi abdicar do maravilhoso Naan sempre que vou a um restaurante indiano. Simplesmente ADOOOORO!!! Também há outros tipos de pão indiano, alguns feitos com farinha de grão ou lentilhas, que eu posso comer e até gosto… Mas nada me substitui o “meu” Naan.

Ora tinha de conseguir replicar esse pão fininho e saboroso numa versão sem glúten… E se assim o pensei, em boa hora o fiz. A minha versão de Naan sem glúten ficou bem boa! Não se assemelha na totalidade ao Naan dos restaurantes indianos, eu acho que eles devem ter segredos que não desvendam (nunca consegui fazer um arroz basmati igual!), mas mesmo assim foi uma experiência de sucesso que me deu para “matar saudades” da versão original. Ainda por cima este é mais saudável e faz-se num instante. O que mais se pode querer? Não deixem de experimentar, é uma boa alternativa ao pão comum, pois é leve e não leva fermento. É ótimo simples, mas também fica maravilhoso com manteigas de frutos secos, com paté de tofu ou com hummus de grão.

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Os Benefícios da Meditação: A minha Experiência

A alimentação é muito importante para termos saúde e sermos felizes mas não é, de longe, a única coisa importante. Não conseguimos ser felizes se trabalharmos em algo que não gostamos, não conseguimos ser felizes se tivermos problemas nos nossos relacionamentos, não conseguimos ser felizes se não nos conhecermos, verdadeiramente.

É por esta última razão que considero a meditação uma ferramenta maravilhosa. É essencial para o nosso auto-conhecimento pois ao meditarmos integramos o “Eu” interior com o “Eu” exterior e passamos a usar o nosso corpo para agir de acordo com o que sentimos. Tornamo-nos mais calmos, focados, conscientes, confiantes.

A meditação plena permite-nos desenvolver a nossa espiritualidade (não confundir com religião pois nada têm a ver), porque leva ao despertar da nossa consciência e nos faz ver que existe muito mais do que o mundo físico. Como diz a Rute Caldeira no seu livro “Liberta-te de Pensamentos Tóxicos” (que eu recomendo vivamente): ” A meditação é a minha porta de ligação ao Universo”. Não podia estar mais de acordo.

Mas os benefícios da meditação vão muito além do campo pessoal e espiritual, estudos recentes têm provado que a meditação é também muito benéfica em termos físicos, nomeadamente em casos de depressão, ansiedade, stress, distúrbios alimentares ou vícios. Para além disso a meditação ajuda a melhorar a saúde das nossas células, a equilibrar hormonas, a reduzir a pressão arterial e a retardar o envelhecimento. De facto, tem-se mostrado que o cérebro se altera e desenvolve após algum tempo de prática meditativa.

Comecei a meditar diariamente por volta de Maio do ano passado. Sobretudo de início não foi fácil (ainda não o é por vezes) porque sou uma pessoa muito ativa, com a cabeça sempre a mil à hora, a transbordar de ideias. A lista das compras, os menus para o jantar, as combinações dos miúdos insistiam em não me largar… Por vezes chegava a passar todo o tempo em que meditava a pensar nessas coisas do dia-a-dia. Mas com o tempo e a prática fui interiorizando, fui aprendendo a deixar ir esses pensamento e a concentrar-me apenas em mim e no momento presente, no que estou a sentir. Porque meditar não é mais do que isso, é um exercício de foco e concentração e nada tem a ver com “não pensar absolutamente em nada”. Podemos deixar os pensamentos fluir ao mesmo tempo que estamos focados nas sensações do nosso corpo, em especial na respiração. E é nessas alturas que a meditação nos dá as respostas que precisamos, nos mostra o caminho a seguir. Posso dizer que atualmente é o momento do meu dia que mais aprecio, já não consigo passar sem ele. É o MEU momento.

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Pão Integral de Banana e Tâmaras

Tem estado frio nestes últimos dias… Sei que mesmo assim não me posso queixar, isto não é nada face ao que se vive em outros locais do mundo. Ainda por cima porque o sol insiste em não nos abandonar e continuamos com dias muitos bonitos e cheios de luz. Mas eu sou muito friorenta, estou sempre a sonhar com o verão e temperaturas abaixo de 10 graus desmotivam-me um bocadinho… 🙂

A solução é mesmo encontrar outras formas de conforto… Estar no sofá debaixo da manta, apanhar o sol bom que entra pela janela da minha sala, receber abraços quentinhos dos meus filhotes e claro, muito chá ou leite morno acompanhados por qualquer mimo mais doce (mas sempre saudável, claro!).

Como a minha filha é a fã número 1 de tâmaras, vi esta receita e achei por bem experimentar. É um pão doce parecido com este que já tinha feito mas com outros sabores. E é claro que gostei muito do resultado. Para além de ser um pão super saudável, pois não tem farinhas refinadas nem glúten (se usarmos aveia isenta de glúten), tem um sabor muito agradável e a consistência perfeita para nos reconfortar. E fica MARAVILHOSO torrado com manteiga de amêndoa (o meu vício ultimamente). Ideal para estes dias de inverno…

E quais são as vossas técnicas para ultrapassar o inverno? Não querem experimentar este pão de banana?

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Papas para Bebés (Parte 1): Papa de Aveia com Maçã e Erva Doce

Assisto frequentemente às dúvidas dos pais sobre que papas dar aos seus bebés quando estes começam a introduzir os alimentos sólidos, entre os 4 e os 6 meses de idade.

Acredito que muita gente, sobretudo os pais de 1ª viagem, siga à risca a recomendação dos pediatras (também o fiz), que ainda sugerem as papas que se vendem na farmácia ou nas grandes superfícies, muitas vezes como primeiro alimento após o leite. Ora estas papas estão carregadinhas de açúcar, o que para além de ser nocivo à saúde dos bebés, ainda os vai viciar no sabor doce e fazer com que seja bem mais difícil a adaptação a outros alimentos, sobretudo os que têm um sabor diferente, como as sopas (essas sim saudáveis para os bebés).

A alimentação no primeiro ano de vida é fundamental, não só para o correto crescimento e desenvolvimento do bebé como para a criação de hábitos alimentares saudáveis durante toda a vida, desde a infância até à idade adulta. E por isso achei que devia ajudar os pais nesta tarefa, nem sempre fácil nos dias de hoje, especialmente porque há muita oferta e a falta de tempo faz com que seja muitas vezes tomado o caminho mais fácil.

A minha recomendação: Não dar papas compradas aos bebés! Vamos analisar os rótulos das 3 marcas mais conhecidas de papas:

Com maior ou menor variedade de cereais, com ou sem glúten, todas têm cerca de 30% de açúcar na sua composição! Não sei se têm noção disso, mas é imenso! A recomendação, tanto para crianças como para adultos, é de evitar alimentos com mais de 8g de açúcar adicionado em cada 100g (ou seja, 8%). Estamos aqui a falar de 30%!!! E os bebés nem sequer deviam incluir açúcar na sua alimentação pelo menos até ao 1º ano de idade (idealmente até aos 3 anos).

Então que papas dar aos bebés? Papas caseiras! Com cereais de preferência integrais, adoçadas com fruta. São muito mais saudáveis, bastante mais baratas e acreditem, são muito fáceis de fazer. E quanto ao sabor? São ótimas!!! Posso dizer-vos que já não tenho bebés em casa e continuo a fazer estas papas para os meus filhos, sempre que eles me pedem. E, confesso, para mim também… 🙂

Quanto aos cereais a escolher podemos ir variando entre arroz, aveia, quinoa ou millet (são os que prefiro). As frutas que costumo usar, pelo seu sabor e consistência, são a banana, a maçã, a pera, a papaia, o dióspiro e a manga, mas podem escolher outras ao gosto do vosso bebé. Para dar mais sabor podemos ainda juntar canela, erva doce, coco ralado ou raspa de limão e à medida que os bebés fiquem mais crescidos também alfarroba, cacau e sementes diversas.

Estas papas tanto podem ser feitas com as farinhas dos cereais como também com os flocos ou os cereais inteiros (previamente cozidos), podendo depois ser trituradas para ajustar a consistência ao gosto e idade do bebé.

Hoje deixo a primeira receita desta saga de receitas de papas para bebés, uma maravilhosa papinha de aveia com maçã e erva doce, que pode ser dada aos bebés desde os 6 meses de idade. Para além do seu sabor suave, beneficia da ação calmante da erva doce no sistema digestivo, nomeadamente na redução das cólicas e da prisão de ventre, problemas muito comuns dos bebés.

Na impossibilidade de fazerem as papas em casa, aconselho comprarem as da marca Holle, que se vendem por exemplo no Celeiro. São biológicas e sem açúcar adicionado. Há algumas só de cereais, às quais podem depois juntar fruta para ficarem com um sabor mais agradável, e há outras já com fruta incluída. Mas não deixem de experimentar as papas caseiras, os vosso bebés agradecem! 🙂

     Versão 1: Papa com flocos e fruta inteira

                                                                                         Versão 2: Papa triturada para bebés mais pequenos

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Croquetes de Grão, Brócolos e Amêndoa

Muitas vezes fico sem ideias para as refeições dos miúdos. Entre almoços e jantares, são muitos pratos, sobretudo porque eles levam almoço para a escola. E eu gosto de diversificar e não lhes dar sempre a mesma coisa, acho que uma alimentação equilibrada deve ser variada, com um bocadinho de tudo. E eles também ganham com isso pois vão-se habituando a vários sabores, a diferentes texturas, e poderão fazer melhores escolhas alimentares quando foram adultos. Claro que todas as crianças são diferentes, há umas com “melhor boca”, o que é o caso do meu filho que desde pequeno sempre comeu muito bem. Já a minha filha é mais seletiva (esquisita) e nem tudo lhe agrada, sobretudo se tiver muito verde. Por isso tenho de ser bastante criativa…

Felizmente os croquetes são sempre uma aposta vencedora. Com verde ou sem verde são sempre bem aceites e são muito práticos para levar nas marmitas. Para além disso, são fáceis de fazer, o que aqui a mãe agradece.

Ora num destes dias de indecisão quanto ao cardápio vi esta receita e fiquei inspirada. Adicionei-lhe o grão (que tinha cozido no frigorífico) e o resultado foi para lá de bom. Saíram uns croquetes super saborosos, crocantes por fora e suaves por dentro. E claro, não podiam ser mais saudáveis, já que são feitos no forno. Ricos em proteína, este croquetes são uma boa opção para variar da carne e do peixe. E podem ser consumidos por pessoas que sigam uma dieta sem glúten.

Só vantagens, portanto… 🙂 Querem experimentar?

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Novo Ano: Intenções em vez de Resoluções

Todos os dias podem ser considerados um recomeço… Mas o início de um ano dá-no sempre aquele entusiasmo e motivação extra que muitas vezes precisamos para “por as coisas a andar”.  É por isso que surgem as tão faladas resoluções de ano novo.

No entanto este ano decidi mudar de perspetiva e deixei de estabelecer resoluções, que normalmente são muito específicas e apenas resultam para objetivos a curto prazo. Para além disso, ao focarem-se nas coisas menos boas, nas coisas que não estão bem na nossa vida, as resoluções geram em nós sentimentos tristes e negativos. Por exemplo, as resoluções “Quero perder peso”, “Quero passar a fazer exercício físico”, “Quero sair mais com os amigos” lembram-nos constantemente que temos peso a mais, que não temos uma vida ativa, que não estamos a ter a vida social que gostaríamos. Poderão resultar durante uns dias, mas normalmente no fim de janeiro já perdemos o focus e ainda somos invadidos por um enorme sentimento de culpa.

Este ano decidi colocar intenções. Uma intenção é um modo de ser/estar, gera sentimentos positivos e é bem menos específica do que uma resolução. Uma intenção é uma escolha.

Deixo alguns exemplos de resoluções e as suas correspondentes intenções:

Normalmente a intenção engloba a resolução. A diferença é subtil mas é suficiente para originar uma mudança de atitude. E mais facilmente atingiremos as nossas metas.

Coloquem as vossas intenções para 2017. Reservem apenas alguns minutos, sentem-se num lugar calmo e sem distrações (eu gosto de fazê-lo logo pela manhã, quando somos mais intuitivos e menos racionais). Respirem fundo e deixem os pensamentos fluir. Comecem a divagar como gostariam que fosse a vossa vida no próximo ano: Quem gostariam de ser, o que gostariam de sentir, o que gostariam de experienciar… Escrevam as vossas intenções num livrinho, agenda, ou post-it e olhem para elas regularmente, para que as assimilem bem. E, o mais importante, acreditem que as intenções que estabeleceram se vão concretizar… A mudança está em nós, sempre.

Experimentem! E tenham uma ano muito feliz!

NOTA: E nada como acompanhar as nossas intenções de ano novo com um pequeno almoço maravilhoso: Smoothie na taça com banana, melancia, flocos de aveia, gengibre, maca, açaí e chia (colocar tudo no liquidificador e truturar com um bocadinho de leite vegetal até ficar cremoso).  Toppings romã, amêndoa, sementes de cânhamo e pólen.

Arroz Doce Vegan – Christmas Veggie Challenge

O Arroz Doce é uma das minhas sobremesas preferidas de Natal e por isso esta foi a minha escolha vegan para participar no desafio Christmas Veggie Challenge, de que falei aqui. O meu objetivo foi conseguir uma versão de Arroz Doce sem qualquer produto de origem animal e mais saudável que o tradicional. Assim, substituí o arroz branco por arroz integral (mais fibra e nutrientes), usei geleia de arroz para adoçar (nada de açúcares refinados) e para conseguir aquela corzinha amarela optei por usar açafrão. E como a tradição já não é o que era, nada como inovar mais um bocadinho e substituir a canela por baunilha. O resultado? Aprovadíssimo! Saiu um Arroz Doce cremoso e muito aromático. Vou até confidenciar uma coisa, foi uma sobremesa de Natal feita por mim e para mim, uma espécie de prenda pessoal que foi saboreada bem devagarinho, apreciando cada colherada…

O engraçado do Arroz Doce na sua versão saudável é que tanto pode ser comido à sobremesa como pode ser um magnífico pequeno-almoço. Sim, é verdade! Se sobrar algum basta acrescentar um bocadinho mais de leite, mexer e aquecer, e colocar alguns toppings como sementes, fruta fresca ou manteiga de amêndoa. Posso dizer-vos que fica divinal, é uma espécie de papa de arroz (uma boa alternativa às papas de aveia). Não acreditam? Nada como experimentar…

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Bolachinhas de Natal

Muita gente diz que sou vegetariana ou vegan porque sigo um estilo de vida saudável e como regularmente pratos ou alimentos sem qualquer produto de origem animal. Na verdade não sou, adoro comida vegetariana/vegan, mas ainda consumo alguns alimentos derivados dos animais. Foi este o equilíbrio que encontrei para a minha alimentação e para a minha vida, nesta fase em que me encontro. Se alguma vez vou ver ser vegan? É possível, já que me identifico claramente com este estilo de vida, mas só o tempo o dirá… 🙂

Quem costuma passear aqui pelo meu cantinho já deve ter reparado que adoro replicar pratos ou iguarias tradicionais para a sua versão vegan. Gosto da sensação de inventar coisas diferentes e da curiosidade em experimentar e dar a experimentar o resultado. Por isso, quando vi o desafio Christmas Veggie Challenge decidi logo participar. Basicamente o que se pretende é mostrar pratos ou sobremesas tradicionais de Natal na sua versão vegan. Depois do Natal os vários blogs participantes irão partilhar a sua sugestão para este desafio, por isso estejam atentos! De certeza que vão aparecer muitas ideias de fazer crescer água na boca. 🙂

Hoje deixo-vos umas bolachinhas de Natal, também vegan, sem açúcar e sem glúten, como já vai sendo habitual. O resultado só podia ser tudo de bom… Experimentem e tenham um Natal muito feliz!!!

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