Sonhos…

Sonhar e acreditar realmente nos nossos sonhos é o primeiro passo para as coisas acontecerem. Acredito plenamente nisto.

Eu sou uma sonhadora incurável, tenho imensos planos e coisas que gostava de fazer, tudo anotado num caderninho para os tornar mais reais. Acho que precisava de imensas vidas para conseguir fazer tudo!  Mas cada coisa acontece sempre no tempo certo, sei disso…

Isto tudo para dizer que vou ausentar-me durante duas semanas porque vou concretizar um dos meus sonhos. Um sonho que eu pensava não se ir realizar já mas surgiu a oportunidade e eu não a deixei escapar. Volto cheia de novidades e receitas diferentes! 🙂

Papas para Bebés (Parte 2): Papa de Quinoa com Papaia

Hoje vou continuar com as papinhas para bebés… Já vos deixei uma papa muito simples de aveia com maçã, desta vez decidi ser mais ousada e usar a quinoa. 🙂

Já falei aqui dos inúmeros benefícios da quinoa, mas acho que muita gente não sabe que também os bebés desde os 8 meses podem usufruir deste pseudo-cereal maravilhoso. Os bebés só têm a ganhar se começarem desde cedo a habituar-se a diferentes sabores e texturas, infelizmente hoje em dia a alimentação infantil é pouco diversificada e em relação aos cereais, baseia-se muito no trigo, arroz e pouco mais.

Esta papinha tanto pode ser feita triturando a quinoa, para bebés mais pequenos, como usando a quinoa inteira, o que é ideal para os bebés que se estão a habituar a texturas maiores. Para a fruta escolhi a papaia, por ser tão benéfica para o sistema digestivo. Mas esta papinha resulta muito bem também com manga ou mesmo com uma mistura das duas frutas.

E se estão a pensar que é difícil de fazer enganam-se! Basta cozer a quinoa e triturar… Não têm desculpas para não experimentarem. O vosso bebé agradece! 🙂

NOTA: Adultos não se sintam excluídos, podem também comer esta papa, é deliciosa. Juntem alguns toppings ao vosso gosto para um sabor extra (eu juntei amêndoas, coco ralado, lascas de coco e baunilha, ficou MESMO boa!).

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Empada de Lentilhas (Sem Glúten)

Tenho mais uma confissão para fazer… Perco-me por empadas, quiches e tudo o que sejam massas. O meu grande desafio desde que larguei o glúten tem sido reproduzir estas maravilhosas iguarias numa versão igualmente apetecível e sem esta proteína. Muitas vezes falho e a coisa não fica nada de jeito. Mas esta minha experiência correu tão bem que, mesmo com umas fotografias um pouco sem graça e que não fazem jus à qualidade do produto final, não resisti a já partilhá-la convosco. 🙂

Retirei a ideia desta empada em ponto grande numa revista da Bimby que tinha cá por casa e depois foi só adaptar à minha maneira. A conjugação empada + lentilhas pareceu-me resultar na perfeição. E felizmente não me enganei! Estava mesmo boa… Acompanhada com uns legumes salteados e uma salada faz uma refeição super saborosa e completa. Já estou com vontade de repetir a receita… Espero que gostem!

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A Minha Rotina Matinal

A maioria das pessoas acorda em cima da hora (muitas vezes já depois da hora), toma banho à pressa e sai a correr de casa, sem mesmo tomar o pequeno-almoço. Fazer isto diariamente cansa o corpo, desgasta a mente e mais cedo ou mais tarde os efeitos deste comportamento começam a fazer-se sentir.

Adotar uma rotina matinal é das melhores coisas que podemos fazer pela nossa saúde. Eu prefiro acordar um bocadinho mais cedo mas ter algum tempo só para mim. Para me mimar e fazer as coisas que me dão prazer. Para tomar um bom pequeno-almoço, em casa, com calma. Para me ouvir, saber o que quero para esse dia, que objetivos vou estabelecer…. Porque cada dia é um recomeço, é uma nova oportunidade de mudarmos o que não está bem, de sermos melhores e mais felizes.

E desculpas do género “Ah! Não tenho tempo para isso!” não são válidas! Temos sempre tempo, é tudo uma questão de prioridades. Eu também tenho uma vida ocupada, entre o trabalho, a casa, os meus 2 filhos e tudo o que envolve viver numa cidade grande nos dias de hoje. Mas cheguei à conclusão que cuidar de mim e sentir-me bem é essencial. Só posso estar bem para os outros se primeiro estiver bem comigo própria.

Esta é a rotina que sigo e que faz sentido para mim, de momento. Foi sendo ajustada a pouco e pouco, posso dizer que há alguns anos atrás não fazia nada disto, era mesmo só banho e pequeno-almoço (esses nunca consegui dispensar).

– Acordar: ao dia de semana com a música do despertador, ao fim de semana com a luz do sol a entar no quarto (ou de vez em quando com o barulho dos filhotes 🙂 ).
– Ainda deitada, faço alguns exercícios de alongamento e contração de pernas, braços, mãos e dedos, enquanto desperto.
– Sentada na borda da cama, faço umas respirações completas, normalmente o esquema de respirações 4-7-8 de que já falei aqui.
– Invoco os 5 príncípios do Reiki, faço uma curta introspeção e agradeço o dia que começa.
– Levanto-me e faço 3 posturas de Yoga, boas para a saúde da nossa coluna: uma retroflexão, uma anteflexão e uma torção.
– Vou à cozinha e tomo o meu copo de água morna com limão (ver os benefício neste post).
– Cuidados pessoais: banho, dentes, hidratação da pele e 30 segundos a sorrir para o espelho (faz milagres, acreditem!).
– Pequeno-almoço: Preparo a minha maravilhosa papa de aveia (ao dia de semana) ou o meu smoothie na taça (ao fim de semana), normalmente com umas panquecas. Como sentada, em silêncio, enquanto olho pela janela e estabeleço as minhas intenções para o dia. Muitas vezes também leio algumas linhas de um livro que me inspire.

Com tudo isto não demoro mais do que 1 hora. E sinto-me pronta para enfrentar da melhor maneira o dia que começa.

A minha sugestão: Com o tempo que tiverem (tanto podem sem 30 minutos como 3 horas), criem as vossas rotinas matinais de conforto e bem-estar, que mais se identifiquem com a vossa maneira de ser. Porque cada pessoa é única… E acreditem que a vossa disposição vai mudar muito (para melhor) e o vosso dia se vai desenrolar de uma maneira completamente diferente.

Alguém que já tenha rotinas matinais e queira partilhar? 🙂

Batido de Vitamina C para o Inverno

Nesta época do Carnaval o tempo costuma ser traiçoeiro. Durante o dia está um sol já morno mas as noites ainda estão frias. O cenário ideal para se apanhar uma gripe ou constipação. Mas nada como nos protegermos com um super batido rico em Vitamina C. Os alimentos são sempre os melhores remédios… 🙂

Como curiosidade, que a vitamina C é muito importante para a nossa imunidade acho que já toda a gente sabe. Mas esta vitamina tem também outros benefícios, bem importantes por sinal. Tem função antioxidante, ajudando a prevenir ataques de coração e a diminuir o risco de cancro. Ajuda a manter um metabolismo saudável, a curar feridas e a promover uma sensação de bem-estar. Também é uma boa aliada na beleza uma vez que é essencial na produção de colagénio e elastina, ajudando a manter uma pele firme e bonita. A vitamina C é também muito útil pois ajuda o organismo a absorver o ferro, pelo que alimentos ricos neste mineral devem ser
consumidos em conjunto com alimentos que contenham vitamina C.

Quais os alimentos com maior teor de vitamina C? Frutas e vegetais, em especial: Citrinos, morango, kiwi, ananás, meloa, banana, papaia, tomate, brócolos, cenoura, pimento, batata-doce, salsa, couve. É importante lembrar que, no caso dos vegetais, se estes forem cozinhados em água, vais-se perder a vitamina C (que é uma vitamina hidrosolúvel). A melhor opção é mesmo cozer a vapor.

Este batido é um verdadeiro exigir para a saúde e bem-estar. Para além de ser rico em vitamina C, é muito saboroso e faz-nos sentir mesmo bem. Recomendo vivamente nesta época de inverno.

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Bolinhos de Coco e Alfarroba

Gosto de variar na alimentação e não comer sempre a mesma coisa. É bem mais saudável e muito menos aborrecido (porque a alimentação também é um prazer, certo?). Claro que com os miúdos também sigo esta regra… Às refeições principais não repito, no mesmo dia, o mesmo tipo de proteína ou hidrato de carbono e os lanchinhos semanais são, normalmente, diferentes todos os dias. Se me dá mais trabalho? Sem dúvida que sim! Mas gosto de o encarar como um desafio! 🙂

Por isso, para o dia-a-dia tento sempre escolher receitas simples, que não envolvam muitos procedimentos nem listas infindáveis de ingredientes. Normalmente ao fim de semana faço o plano alimentar semanal e procuro cozinhar em quantidade para já ter algum trabalho avançado para os dias de semana.

Faço muito este tipo de bolinhos para os lanches da escola (podem ver outros do género aqui). São saudáveis, alimentam e os miúdos adoram! E a preparação é do mais fácil que há: triturar, misturar e levar ao forno. Podemos ir variando nas frutas e nas farinhas, juntar ou não ovo (para versões vegan) e mudar sabores (nesta receita usei alfarroba mas também pode ser cacau, canela, erva doce ou baunilha). Receita com sucesso garantido! 🙂

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Pão Naan sem Glúten

Já devem estar a pensar: “Pronto, lá vem ela outra vez com a comida indiana!” 🙂 . Pois é, tenho de vos confessar uma coisa. Uma das minhas grandes tristezas quando deixei de consumir glúten foi abdicar do maravilhoso Naan sempre que vou a um restaurante indiano. Simplesmente ADOOOORO!!! Também há outros tipos de pão indiano, alguns feitos com farinha de grão ou lentilhas, que eu posso comer e até gosto… Mas nada me substitui o “meu” Naan.

Ora tinha de conseguir replicar esse pão fininho e saboroso numa versão sem glúten… E se assim o pensei, em boa hora o fiz. A minha versão de Naan sem glúten ficou bem boa! Não se assemelha na totalidade ao Naan dos restaurantes indianos, eu acho que eles devem ter segredos que não desvendam (nunca consegui fazer um arroz basmati igual!), mas mesmo assim foi uma experiência de sucesso que me deu para “matar saudades” da versão original. Ainda por cima este é mais saudável e faz-se num instante. O que mais se pode querer? Não deixem de experimentar, é uma boa alternativa ao pão comum, pois é leve e não leva fermento. É ótimo simples, mas também fica maravilhoso com manteigas de frutos secos, com paté de tofu ou com hummus de grão.

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Os Benefícios da Meditação: A minha Experiência

A alimentação é muito importante para termos saúde e sermos felizes mas não é, de longe, a única coisa importante. Não conseguimos ser felizes se trabalharmos em algo que não gostamos, não conseguimos ser felizes se tivermos problemas nos nossos relacionamentos, não conseguimos ser felizes se não nos conhecermos, verdadeiramente.

É por esta última razão que considero a meditação uma ferramenta maravilhosa. É essencial para o nosso auto-conhecimento pois ao meditarmos integramos o “Eu” interior com o “Eu” exterior e passamos a usar o nosso corpo para agir de acordo com o que sentimos. Tornamo-nos mais calmos, focados, conscientes, confiantes.

A meditação plena permite-nos desenvolver a nossa espiritualidade (não confundir com religião pois nada têm a ver), porque leva ao despertar da nossa consciência e nos faz ver que existe muito mais do que o mundo físico. Como diz a Rute Caldeira no seu livro “Liberta-te de Pensamentos Tóxicos” (que eu recomendo vivamente): ” A meditação é a minha porta de ligação ao Universo”. Não podia estar mais de acordo.

Mas os benefícios da meditação vão muito além do campo pessoal e espiritual, estudos recentes têm provado que a meditação é também muito benéfica em termos físicos, nomeadamente em casos de depressão, ansiedade, stress, distúrbios alimentares ou vícios. Para além disso a meditação ajuda a melhorar a saúde das nossas células, a equilibrar hormonas, a reduzir a pressão arterial e a retardar o envelhecimento. De facto, tem-se mostrado que o cérebro se altera e desenvolve após algum tempo de prática meditativa.

Comecei a meditar diariamente por volta de Maio do ano passado. Sobretudo de início não foi fácil (ainda não o é por vezes) porque sou uma pessoa muito ativa, com a cabeça sempre a mil à hora, a transbordar de ideias. A lista das compras, os menus para o jantar, as combinações dos miúdos insistiam em não me largar… Por vezes chegava a passar todo o tempo em que meditava a pensar nessas coisas do dia-a-dia. Mas com o tempo e a prática fui interiorizando, fui aprendendo a deixar ir esses pensamento e a concentrar-me apenas em mim e no momento presente, no que estou a sentir. Porque meditar não é mais do que isso, é um exercício de foco e concentração e nada tem a ver com “não pensar absolutamente em nada”. Podemos deixar os pensamentos fluir ao mesmo tempo que estamos focados nas sensações do nosso corpo, em especial na respiração. E é nessas alturas que a meditação nos dá as respostas que precisamos, nos mostra o caminho a seguir. Posso dizer que atualmente é o momento do meu dia que mais aprecio, já não consigo passar sem ele. É o MEU momento.

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Pão Integral de Banana e Tâmaras

Tem estado frio nestes últimos dias… Sei que mesmo assim não me posso queixar, isto não é nada face ao que se vive em outros locais do mundo. Ainda por cima porque o sol insiste em não nos abandonar e continuamos com dias muitos bonitos e cheios de luz. Mas eu sou muito friorenta, estou sempre a sonhar com o verão e temperaturas abaixo de 10 graus desmotivam-me um bocadinho… 🙂

A solução é mesmo encontrar outras formas de conforto… Estar no sofá debaixo da manta, apanhar o sol bom que entra pela janela da minha sala, receber abraços quentinhos dos meus filhotes e claro, muito chá ou leite morno acompanhados por qualquer mimo mais doce (mas sempre saudável, claro!).

Como a minha filha é a fã número 1 de tâmaras, vi esta receita e achei por bem experimentar. É um pão doce parecido com este que já tinha feito mas com outros sabores. E é claro que gostei muito do resultado. Para além de ser um pão super saudável, pois não tem farinhas refinadas nem glúten (se usarmos aveia isenta de glúten), tem um sabor muito agradável e a consistência perfeita para nos reconfortar. E fica MARAVILHOSO torrado com manteiga de amêndoa (o meu vício ultimamente). Ideal para estes dias de inverno…

E quais são as vossas técnicas para ultrapassar o inverno? Não querem experimentar este pão de banana?

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Papas para Bebés (Parte 1): Papa de Aveia com Maçã e Erva Doce

Assisto frequentemente às dúvidas dos pais sobre que papas dar aos seus bebés quando estes começam a introduzir os alimentos sólidos, entre os 4 e os 6 meses de idade.

Acredito que muita gente, sobretudo os pais de 1ª viagem, siga à risca a recomendação dos pediatras (também o fiz), que ainda sugerem as papas que se vendem na farmácia ou nas grandes superfícies, muitas vezes como primeiro alimento após o leite. Ora estas papas estão carregadinhas de açúcar, o que para além de ser nocivo à saúde dos bebés, ainda os vai viciar no sabor doce e fazer com que seja bem mais difícil a adaptação a outros alimentos, sobretudo os que têm um sabor diferente, como as sopas (essas sim saudáveis para os bebés).

A alimentação no primeiro ano de vida é fundamental, não só para o correto crescimento e desenvolvimento do bebé como para a criação de hábitos alimentares saudáveis durante toda a vida, desde a infância até à idade adulta. E por isso achei que devia ajudar os pais nesta tarefa, nem sempre fácil nos dias de hoje, especialmente porque há muita oferta e a falta de tempo faz com que seja muitas vezes tomado o caminho mais fácil.

A minha recomendação: Não dar papas compradas aos bebés! Vamos analisar os rótulos das 3 marcas mais conhecidas de papas:

Com maior ou menor variedade de cereais, com ou sem glúten, todas têm cerca de 30% de açúcar na sua composição! Não sei se têm noção disso, mas é imenso! A recomendação, tanto para crianças como para adultos, é de evitar alimentos com mais de 8g de açúcar adicionado em cada 100g (ou seja, 8%). Estamos aqui a falar de 30%!!! E os bebés nem sequer deviam incluir açúcar na sua alimentação pelo menos até ao 1º ano de idade (idealmente até aos 3 anos).

Então que papas dar aos bebés? Papas caseiras! Com cereais de preferência integrais, adoçadas com fruta. São muito mais saudáveis, bastante mais baratas e acreditem, são muito fáceis de fazer. E quanto ao sabor? São ótimas!!! Posso dizer-vos que já não tenho bebés em casa e continuo a fazer estas papas para os meus filhos, sempre que eles me pedem. E, confesso, para mim também… 🙂

Quanto aos cereais a escolher podemos ir variando entre arroz, aveia, quinoa ou millet (são os que prefiro). As frutas que costumo usar, pelo seu sabor e consistência, são a banana, a maçã, a pera, a papaia, o dióspiro e a manga, mas podem escolher outras ao gosto do vosso bebé. Para dar mais sabor podemos ainda juntar canela, erva doce, coco ralado ou raspa de limão e à medida que os bebés fiquem mais crescidos também alfarroba, cacau e sementes diversas.

Estas papas tanto podem ser feitas com as farinhas dos cereais como também com os flocos ou os cereais inteiros (previamente cozidos), podendo depois ser trituradas para ajustar a consistência ao gosto e idade do bebé.

Hoje deixo a primeira receita desta saga de receitas de papas para bebés, uma maravilhosa papinha de aveia com maçã e erva doce, que pode ser dada aos bebés desde os 6 meses de idade. Para além do seu sabor suave, beneficia da ação calmante da erva doce no sistema digestivo, nomeadamente na redução das cólicas e da prisão de ventre, problemas muito comuns dos bebés.

Na impossibilidade de fazerem as papas em casa, aconselho comprarem as da marca Holle, que se vendem por exemplo no Celeiro. São biológicas e sem açúcar adicionado. Há algumas só de cereais, às quais podem depois juntar fruta para ficarem com um sabor mais agradável, e há outras já com fruta incluída. Mas não deixem de experimentar as papas caseiras, os vosso bebés agradecem! 🙂

     Versão 1: Papa com flocos e fruta inteira

                                                                                         Versão 2: Papa triturada para bebés mais pequenos

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