Pão Integral de Banana e Tâmaras

Tem estado frio nestes últimos dias… Sei que mesmo assim não me posso queixar, isto não é nada face ao que se vive em outros locais do mundo. Ainda por cima porque o sol insiste em não nos abandonar e continuamos com dias muitos bonitos e cheios de luz. Mas eu sou muito friorenta, estou sempre a sonhar com o verão e temperaturas abaixo de 10 graus desmotivam-me um bocadinho… 🙂

A solução é mesmo encontrar outras formas de conforto… Estar no sofá debaixo da manta, apanhar o sol bom que entra pela janela da minha sala, receber abraços quentinhos dos meus filhotes e claro, muito chá ou leite morno acompanhados por qualquer mimo mais doce (mas sempre saudável, claro!).

Como a minha filha é a fã número 1 de tâmaras, vi esta receita e achei por bem experimentar. É um pão doce parecido com este que já tinha feito mas com outros sabores. E é claro que gostei muito do resultado. Para além de ser um pão super saudável, pois não tem farinhas refinadas nem glúten (se usarmos aveia isenta de glúten), tem um sabor muito agradável e a consistência perfeita para nos reconfortar. E fica MARAVILHOSO torrado com manteiga de amêndoa (o meu vício ultimamente). Ideal para estes dias de inverno…

E quais são as vossas técnicas para ultrapassar o inverno? Não querem experimentar este pão de banana?

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Papas para Bebés (Parte 1): Papa de Aveia com Maçã e Erva Doce

Assisto frequentemente às dúvidas dos pais sobre que papas dar aos seus bebés quando estes começam a introduzir os alimentos sólidos, entre os 4 e os 6 meses de idade.

Acredito que muita gente, sobretudo os pais de 1ª viagem, siga à risca a recomendação dos pediatras (também o fiz), que ainda sugerem as papas que se vendem na farmácia ou nas grandes superfícies, muitas vezes como primeiro alimento após o leite. Ora estas papas estão carregadinhas de açúcar, o que para além de ser nocivo à saúde dos bebés, ainda os vai viciar no sabor doce e fazer com que seja bem mais difícil a adaptação a outros alimentos, sobretudo os que têm um sabor diferente, como as sopas (essas sim saudáveis para os bebés).

A alimentação no primeiro ano de vida é fundamental, não só para o correto crescimento e desenvolvimento do bebé como para a criação de hábitos alimentares saudáveis durante toda a vida, desde a infância até à idade adulta. E por isso achei que devia ajudar os pais nesta tarefa, nem sempre fácil nos dias de hoje, especialmente porque há muita oferta e a falta de tempo faz com que seja muitas vezes tomado o caminho mais fácil.

A minha recomendação: Não dar papas compradas aos bebés! Vamos analisar os rótulos das 3 marcas mais conhecidas de papas:

Com maior ou menor variedade de cereais, com ou sem glúten, todas têm cerca de 30% de açúcar na sua composição! Não sei se têm noção disso, mas é imenso! A recomendação, tanto para crianças como para adultos, é de evitar alimentos com mais de 8g de açúcar adicionado em cada 100g (ou seja, 8%). Estamos aqui a falar de 30%!!! E os bebés nem sequer deviam incluir açúcar na sua alimentação pelo menos até ao 1º ano de idade (idealmente até aos 3 anos).

Então que papas dar aos bebés? Papas caseiras! Com cereais de preferência integrais, adoçadas com fruta. São muito mais saudáveis, bastante mais baratas e acreditem, são muito fáceis de fazer. E quanto ao sabor? São ótimas!!! Posso dizer-vos que já não tenho bebés em casa e continuo a fazer estas papas para os meus filhos, sempre que eles me pedem. E, confesso, para mim também… 🙂

Quanto aos cereais a escolher podemos ir variando entre arroz, aveia, quinoa ou millet (são os que prefiro). As frutas que costumo usar, pelo seu sabor e consistência, são a banana, a maçã, a pera, a papaia, o dióspiro e a manga, mas podem escolher outras ao gosto do vosso bebé. Para dar mais sabor podemos ainda juntar canela, erva doce, coco ralado ou raspa de limão e à medida que os bebés fiquem mais crescidos também alfarroba, cacau e sementes diversas.

Estas papas tanto podem ser feitas com as farinhas dos cereais como também com os flocos ou os cereais inteiros (previamente cozidos), podendo depois ser trituradas para ajustar a consistência ao gosto e idade do bebé.

Hoje deixo a primeira receita desta saga de receitas de papas para bebés, uma maravilhosa papinha de aveia com maçã e erva doce, que pode ser dada aos bebés desde os 6 meses de idade. Para além do seu sabor suave, beneficia da ação calmante da erva doce no sistema digestivo, nomeadamente na redução das cólicas e da prisão de ventre, problemas muito comuns dos bebés.

Na impossibilidade de fazerem as papas em casa, aconselho comprarem as da marca Holle, que se vendem por exemplo no Celeiro. São biológicas e sem açúcar adicionado. Há algumas só de cereais, às quais podem depois juntar fruta para ficarem com um sabor mais agradável, e há outras já com fruta incluída. Mas não deixem de experimentar as papas caseiras, os vosso bebés agradecem! 🙂

     Versão 1: Papa com flocos e fruta inteira

                                                                                         Versão 2: Papa triturada para bebés mais pequenos

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Croquetes de Grão, Brócolos e Amêndoa

Muitas vezes fico sem ideias para as refeições dos miúdos. Entre almoços e jantares, são muitos pratos, sobretudo porque eles levam almoço para a escola. E eu gosto de diversificar e não lhes dar sempre a mesma coisa, acho que uma alimentação equilibrada deve ser variada, com um bocadinho de tudo. E eles também ganham com isso pois vão-se habituando a vários sabores, a diferentes texturas, e poderão fazer melhores escolhas alimentares quando foram adultos. Claro que todas as crianças são diferentes, há umas com “melhor boca”, o que é o caso do meu filho que desde pequeno sempre comeu muito bem. Já a minha filha é mais seletiva (esquisita) e nem tudo lhe agrada, sobretudo se tiver muito verde. Por isso tenho de ser bastante criativa…

Felizmente os croquetes são sempre uma aposta vencedora. Com verde ou sem verde são sempre bem aceites e são muito práticos para levar nas marmitas. Para além disso, são fáceis de fazer, o que aqui a mãe agradece.

Ora num destes dias de indecisão quanto ao cardápio vi esta receita e fiquei inspirada. Adicionei-lhe o grão (que tinha cozido no frigorífico) e o resultado foi para lá de bom. Saíram uns croquetes super saborosos, crocantes por fora e suaves por dentro. E claro, não podiam ser mais saudáveis, já que são feitos no forno. Ricos em proteína, este croquetes são uma boa opção para variar da carne e do peixe. E podem ser consumidos por pessoas que sigam uma dieta sem glúten.

Só vantagens, portanto… 🙂 Querem experimentar?

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Novo Ano: Intenções em vez de Resoluções

Todos os dias podem ser considerados um recomeço… Mas o início de um ano dá-no sempre aquele entusiasmo e motivação extra que muitas vezes precisamos para “por as coisas a andar”.  É por isso que surgem as tão faladas resoluções de ano novo.

No entanto este ano decidi mudar de perspetiva e deixei de estabelecer resoluções, que normalmente são muito específicas e apenas resultam para objetivos a curto prazo. Para além disso, ao focarem-se nas coisas menos boas, nas coisas que não estão bem na nossa vida, as resoluções geram em nós sentimentos tristes e negativos. Por exemplo, as resoluções “Quero perder peso”, “Quero passar a fazer exercício físico”, “Quero sair mais com os amigos” lembram-nos constantemente que temos peso a mais, que não temos uma vida ativa, que não estamos a ter a vida social que gostaríamos. Poderão resultar durante uns dias, mas normalmente no fim de janeiro já perdemos o focus e ainda somos invadidos por um enorme sentimento de culpa.

Este ano decidi colocar intenções. Uma intenção é um modo de ser/estar, gera sentimentos positivos e é bem menos específica do que uma resolução. Uma intenção é uma escolha.

Deixo alguns exemplos de resoluções e as suas correspondentes intenções:

Normalmente a intenção engloba a resolução. A diferença é subtil mas é suficiente para originar uma mudança de atitude. E mais facilmente atingiremos as nossas metas.

Coloquem as vossas intenções para 2017. Reservem apenas alguns minutos, sentem-se num lugar calmo e sem distrações (eu gosto de fazê-lo logo pela manhã, quando somos mais intuitivos e menos racionais). Respirem fundo e deixem os pensamentos fluir. Comecem a divagar como gostariam que fosse a vossa vida no próximo ano: Quem gostariam de ser, o que gostariam de sentir, o que gostariam de experienciar… Escrevam as vossas intenções num livrinho, agenda, ou post-it e olhem para elas regularmente, para que as assimilem bem. E, o mais importante, acreditem que as intenções que estabeleceram se vão concretizar… A mudança está em nós, sempre.

Experimentem! E tenham uma ano muito feliz!

NOTA: E nada como acompanhar as nossas intenções de ano novo com um pequeno almoço maravilhoso: Smoothie na taça com banana, melancia, flocos de aveia, gengibre, maca, açaí e chia (colocar tudo no liquidificador e truturar com um bocadinho de leite vegetal até ficar cremoso).  Toppings romã, amêndoa, sementes de cânhamo e pólen.

Arroz Doce Vegan – Christmas Veggie Challenge

O Arroz Doce é uma das minhas sobremesas preferidas de Natal e por isso esta foi a minha escolha vegan para participar no desafio Christmas Veggie Challenge, de que falei aqui. O meu objetivo foi conseguir uma versão de Arroz Doce sem qualquer produto de origem animal e mais saudável que o tradicional. Assim, substituí o arroz branco por arroz integral (mais fibra e nutrientes), usei geleia de arroz para adoçar (nada de açúcares refinados) e para conseguir aquela corzinha amarela optei por usar açafrão. E como a tradição já não é o que era, nada como inovar mais um bocadinho e substituir a canela por baunilha. O resultado? Aprovadíssimo! Saiu um Arroz Doce cremoso e muito aromático. Vou até confidenciar uma coisa, foi uma sobremesa de Natal feita por mim e para mim, uma espécie de prenda pessoal que foi saboreada bem devagarinho, apreciando cada colherada…

O engraçado do Arroz Doce na sua versão saudável é que tanto pode ser comido à sobremesa como pode ser um magnífico pequeno-almoço. Sim, é verdade! Se sobrar algum basta acrescentar um bocadinho mais de leite, mexer e aquecer, e colocar alguns toppings como sementes, fruta fresca ou manteiga de amêndoa. Posso dizer-vos que fica divinal, é uma espécie de papa de arroz (uma boa alternativa às papas de aveia). Não acreditam? Nada como experimentar…

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Bolachinhas de Natal

Muita gente diz que sou vegetariana ou vegan porque sigo um estilo de vida saudável e como regularmente pratos ou alimentos sem qualquer produto de origem animal. Na verdade não sou, adoro comida vegetariana/vegan, mas ainda consumo alguns alimentos derivados dos animais. Foi este o equilíbrio que encontrei para a minha alimentação e para a minha vida, nesta fase em que me encontro. Se alguma vez vou ver ser vegan? É possível, já que me identifico claramente com este estilo de vida, mas só o tempo o dirá… 🙂

Quem costuma passear aqui pelo meu cantinho já deve ter reparado que adoro replicar pratos ou iguarias tradicionais para a sua versão vegan. Gosto da sensação de inventar coisas diferentes e da curiosidade em experimentar e dar a experimentar o resultado. Por isso, quando vi o desafio Christmas Veggie Challenge decidi logo participar. Basicamente o que se pretende é mostrar pratos ou sobremesas tradicionais de Natal na sua versão vegan. Depois do Natal os vários blogs participantes irão partilhar a sua sugestão para este desafio, por isso estejam atentos! De certeza que vão aparecer muitas ideias de fazer crescer água na boca. 🙂

Hoje deixo-vos umas bolachinhas de Natal, também vegan, sem açúcar e sem glúten, como já vai sendo habitual. O resultado só podia ser tudo de bom… Experimentem e tenham um Natal muito feliz!!!

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Bombons Crocantes de Manteiga de Amendoim

E estamos mesmo quase no Natal… Para mim esta época do ano vale pela partilha de afetos. É isso que tento transmitir aos meus filhos, embora tenha toda uma corrente consumista a lutar contra mim. Mas acredito sinceramente que os valores fiquem lá e que eles sintam que o mais importante da vida são as pessoas com quem nos cruzamos, os sorrisos que oferecemos, os abraços que trocamos…

E visto que um bombom, ainda por cima saudável, pode ser considerado um afeto, que tal partilhá-lo com quem nos é mais querido? Nem imaginam como estes bombons são fáceis de fazer… E são tão bons! Crocantes e suaves ao mesmo tempo, derretem-se na boca e invadem-nos de bons sentimentos.

Querem melhor ideia para prenda de Natal? Eu já fiz os meus para oferecer. Sejam criativos, reciclem frascos ou caixas que tenham perdidas por casa, enfeitem-nas ao vosso gosto e encham-nas com estes bombons especiais, feitos por vocês. Garanto que vão surpreender e deixar as pessoas felizes. 🙂

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Pão de Sementes

Adoro alimentos nutricionalmente ricos… Daqueles que nos saciam apenas com pequenas quantidades. E as sementes encontram-se claramente neste grupo. Ricas em minerais, vitaminas, proteínas, fibra e gordura insaturada, as sementes ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e tantos outros problemas.

A variedade de sementes é imensa mas as minhas preferidas são as de cânhamo, chia, linhaça, abóbora e girassol (já falei em cada uma delas em particular em outros posts). Atualmente já não é um bicho de sete cabeças encontrar estes pequenos alimentos, estão à venda em qualquer supermercado. Podem ser usadas no iogurte, papas, bolos, pão ou bolachas, tornando-os mais nutritivos. E dão aquele toque crocante que eu adoro…

Claro que é importante lembrar que as sementes devem fazer parte de uma alimentação nutricionalmente completa, variada e equilibrada, para que seja possível aproveitar os seus benefícios (lá porque fazem bem não convém abusar). Eu não dispenso a minha porção diária ao pequeno-almoço e ao lanche.

E que tal experimentarmos um pão de sementes? Sem farinhas refinadas, sem glúten, sem açúcar, sem leite e sem ovos. É uma sugestão muito completa para qualquer lanche e é mesmo saboroso. Se gostam de sementes e frutos secos tostados, este pão é para vocês. Pode ser congelado em fatias e torrado, fica prefeito!

Apenas uma nota, não se assustem quando lerem na receita que leva sementes de psílio, sei que não é um ingrediente do conhecimento da maioria das pessoas. O psílio (ou psyllium husk) é uma fibra solúvel que quando misturada com água se transforma numa espécie de gel que vai dar a elasticidade necessária às massas sem glúten, sendo por isso essencial para o sucesso desta receita. Podem encontrar psílio à venda na maioria dos supermercados biológicos (eu compro no Amor Bio).

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Tikka Masala de Beringela

Decididamente devo ter antepassados asiáticos (o que por acaso já me foi confirmado pela minha mestre de Reiki)… Sinto uma atração enorme pela cultura e filosofia de vida oriental. E claro, adoro a cozinha do oriente, especialmente a indiana. Apesar de não gostar de picante (o que parece um contra-senso para quem diz que gosta de comida indiana), gosto muito da mistura de sabores, das especiarias que usam e do bem-estar que esta comida me transmite (uma espécie de aconchego de alma). Talvez seja o sentimento bom do regresso às origens…

Faço muitas vezes pratos de caril e desta vez experimentei um tikka masala. Para quem não sabe o tikka masala é um prato de influência anglo-indiana que tem por base um molho cremoso de especiarias. Este molho pode usar iogurte, creme de coco ou tomate e os condimentos variam muito. Podem ser coentros, cominhos, paprika, gengibre, canela, cardamomo, noz moscada, mostarda, pimenta, é um bocadinho ao gosto do freguês. 🙂

Para o meu prato as especiarias dominantes foram as sementes de mostarda e de cominhos, que foram tostadas previamente para o sabor se tornar mais intenso. Optei por fazer um tikka masala de beringela, que é dos meus legumes preferidos, apesar de ser a única que gosta cá em casa. Ou seja, este prato foi mesmo só para mim! E que bem que me soube…

Como curiosidade, sabiam que a beringela é rica em fibras, tem poucas calorias e tem uma ação antioxidante? Para além disso, ajuda a manter um colesterol baixo, a melhorar o fluxo sanguíneo e a manter os ossos saudáveis (pelo seu conteúdo em minerais). É também rica em vitaminas do complexo B (B1, B3 e B6), que auxiliam no bom funcionamento do sistema nervoso central, do fígado, na produção de energia e no equilíbrio hormonal. Eu adoro o seu sabor, fica ótima grelhada com sal e um fio de azeite.

Neste prato a beringela ajuda a tornar o molho rico e mais cremoso, posso dizer que encaixa na perfeição. Querem experimentar?

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Bolo Simples de Aveia e Alfarroba

Se me pedissem para escolher quais os meus 5 alimentos preferidos, a aveia seria certamente um deles. Pelas suas propriedades nutricionais (de que já falei aqui) e pela sua versatilidade, a aveia é mesmo um alimento de que não prescindo. Em farinha, em flocos ou em grão, pode ser usada para fazer papas, barritas, bolos, bolachas, pão, grânola, panquecas, hambúrgueres, almôndegas (e a lista não acabaria por aqui). Mas o melhor de tudo é que a aveia me faz sentir bem, reconfortada, feliz…

Por isso o bolinho que vos trago hoje só podia ser tudo de bom. Para além de ter a super aveia, não tem ingredientes refinados, é adoçado apenas com fruta e é MUITO saboroso.  É um lanche excelente, para miúdos e graúdos, e não podia ser mais fácil de fazer. É só misturar tudo e já está! Não há mesmo desculpas para não se fazerem escolhas saudáveis…

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E os vossos alimentos preferidos, quais são?

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